sexta-feira, 20 de novembro de 2009

SEMEAR


Semear, semear, semear.
Semeia o amor, a caridade, a fé, a paz.
Semear as “coisas” de Deus, semear ensinamentos, seguir semeando.
Onde semear? Onde plantar as sementes de Jesus?
Não importa, segue semeando, pois, nem sempre, a colheita vos pertencerá.
O campo deve ser preparado, a semente, boa, porque senão, não germinará.
Quero dizer com isso meus irmãos, que é necessário, para uma boa colheita, que cada um de vós trabalhe, primeiramente, no campo interior, aquele que trazes no coração.
LEMBREM-SE , Jesus que exemplificava o que ensinava, que tinha uma moral ilibada, que poderia exigir, não o fez. Com que direitos podes querer colher, aquilo que realmente não está plantado.
Modifica-te a ti mesmo, antes de cogitar-vos, modificar o teu irmão.
Honra a dadiva que te foi concebida, através da tua mediunidade e de teus conhecimentos. E saibas que isso, não é nenhuma honra, na maioria das vezes, é uma necessidade, para que possas se redimir de erros do passado, e evoluir para Jesus.
Aprende a aprender, para depois, se quiseres, ensinar.
Caminha no bem.
Semeia o amor e a caridade, pois na verdade é para isso que fostes criados.

Jesus os abençoe.

Muita Paz

EXEMPLOS DE RIOS



Existem situações que nos parecem insolúveis.

Muitos se desesperam numa busca infrutífera de uma saída para elas. E com isto toda a capacidade pessoal de luta, todo o potencial criativo acaba sendo canalizado numa única direção.

Todos os outros aspectos da vida ficam abandonados à espera de que um único problema seja resolvido. Então, por não aceitar uma aparente derrota em nossos planos, deixamos de perceber tantas outras coisas que poderiam nos fazer felizes.

Não se trata aqui de fingir que os problemas não existem, mas sim de dar-lhes a dimensão correta. Muito mais importante do que ter um desejo atual satisfeito é perceber-se que a vida é um ciclo contínuo.

As tormentas sempre existiram e sempre continuarão a existir, mas o sol sempre voltará a iluminar e a permitir a continuidade da vida.

Observando a Natureza podemos confirmar que tudo está em constante movimento, tudo está em permanente processo de adaptação. E é exatamente por não haver uma interrupção no processo de renovação que ela é forte.

Imagine a água de um rio que tenha seu curso bloqueado; em pouco tempo ele traçará outro caminho. Se não o fizesse transbordaria.

Deveríamos proceder como os rios.

Se um caminho é impossível de ser trilhado, por que não buscarmos outra direção?

SABER CRITICAR




Antes de fazer uma crítica deveríamos tentar entender as razões que teriam levado alguém a agir de uma forma que não consideramos adequada.

Nada na vida acontece por acaso. O comportamento de cada pessoa é o reflexo do que ela viveu anteriormente.

Quem viveu na incompreensão precisará aprender a compreender;

Quem viveu no desamor precisará aprender a amar;

Quem viveu a rejeição precisará aprender a acolher;

Quem não foi ouvido precisará aprender a escutar;

Quem sempre viveu a guerra precisará aprender a paz.

Criticar é fácil, o difícil é criticar com amor, fazendo com que a crítica seja um instrumento de transformação, e não um causador de mágoas ou ressentimentos.

Muitas vezes um exemplo silencioso vale muito mais do que mil palavras de censura.

Palavras ásperas criam animosidade e intolerância.

Uma atitude amorosa criará um ambiente de paz e confiança.

Ninguém segue os passos de alguém em quem não confie.

Antes de criticar, é preciso saber fazer-se admirar e respeitar.

VOCÊ FAZ A DIFERENÇA



Por que deixar que a rotina se imponha em nossas vidas?

Por que nos acomodarmos às situações cotidianas?

Será o desânimo ou será a descrença que nos levam a agir desta forma?

O fato é que não nos damos conta de que vamos permitindo que situações desagradáveis se transformem em condições permanentes. No início ainda sentimos um certo desconforto, mas, vamos deixando para tomar uma atitude mais tarde. E este mais tarde nunca acontece.

Isto ocorre não apenas em nossa vida pessoal, mas também dentro de nossas relações familiares, amorosas, profissionais. E vai se estendendo à todas as outras formas de relacionamentos. Reclamamos daquilo que nos desagrada, mas, será que fazemos alguma coisa para modificá-lo? Quase sempre atribuímos a culpa aos outros, e estes, por sua vez, fazem o mesmo. É cômodo? Talvez seja, pois agindo desta maneira não é preciso buscar soluções.

Mas por que não começar a criar as condições que poderão melhorar nossa qualidade de vida?

Por que deixar nas mãos de uns poucos a responsabilidade que é de todos nós?

Pense! Aja! Lembre-se de que:

VOCÊ FAZ A DIFERENÇA!

Por que surgem nossos conflitos



Quando precisamos fazer escolhas muitas vezes nos sentimos divididos diante das opções que surgem diante de nós.

Essa divisão acontece por sermos forçados a tomar um partido, a fazer uma escolha cujo resultado nos obrigará a abrir mão de coisas das quais não gostaríamos de nos afastar ou tomar atitudes que não gostaríamos de tomar.

Quando isso acontece é importante que procuremos aquietar nosso coração, permitir que nossas emoções se acalmem.

Somente com o coração apaziguado conseguiremos olhar dentro de nós mesmos e percebermos, então, que todas as respostas sempre estiveram guardadas em nosso coração.

Enquanto as emoções falam mais alto, não conseguimos encontrar respostas.

Dê um tempo a si mesmo. Não force respostas; elas virão no momento certo.

E, quando estas respostas chegarem, acredite nelas. Abandone suas dúvidas, seus temores e entregue-se confiante à nova luz que brilha em seu caminho.

Mais uma Passagem de Aniversário

Madrinha

E a vida se refaz a cada momento em que vamos vivendo,
são novas oportunidades de adquirir o conhecimento
e aplicá-lo para obter as alegrais, o sucesso,
a paz, a harmonia e as conquistas.

Pela passagem do seu aniversário hoje,
quero desejar que somente bons pensamentos
e acontecimentos povoem sua existência.

Este é um dia especial e cheio de magia
a gente se sente em total plenitude com o universo
e com as pessoas a nossa volta.

Que você possa a cada dia renovar seus objetivos
e ideais para atingir as suas metas,
estarei torcendo muito por você,
tenho certeza de que você irá chegar bem longe
e toda boa sorte acompanhará seus passos.

Seja feliz sobre as bênçãos de Deus
e dos seusanjos guardiões.

Feliz aniversário com carinho e amizade
na certeza de poder sempre contar com meu apoio
e a minha torcida otimista.

Parabéns com muito carinho de sua afilhada.

Com Carinho...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

As grandes amizades são eternas


Sinto-me perto de você
quando o seu carinho me anima,
seu silêncio me conforta,
a sua agonia me aflige e o seu choro me abala.

Estou longe de você quando me ignora,
me deixa de lado,
quando percebo que não sou amado. Mas como todo bom amigo,
te amo sempre, mesmo nos momentos que não estou contigo.
gosto tanto de você que me faço de abrigo nos momentos difíceis.

Apesar dos momentos de ódio lembre-se que fui eu quem esteve ao seu lado todo esse tempo, secando suas lágrimas,
te abraçando forte nos momentos de medo,
dizendo sempre a verdade mesmo que machucasse, para não te iludir com falsas esperanças…

Estarei ao seu lado mesmo que não queira,
protegendo, fortalecendo e animando-o sempre


Dedico essas palavras aos meus amigos(as)

Nos sempre estaremos juntas ( Cristina Krause)

A força da amizade vence todas as diferenças...
Alias... para que diferenças se somos amigas?
Quando erramos... nos perdoamos e esquecemos
Se temos defeitos... nao nos importamos...
Trocamos segredos...
e respeitamos as divergencias...
Nas horas incertas, sempre chegamos no momento certo...
Amigos sem cor... sem sexo... sem idade...
Amigo e so amigo...
Nos amparamos...nos defendemos...
sem pedir...
fazemos porque nos sentimos felizes em fazer...
Nos reverenciamos... adoramos... idolatramos... apreciamos... admiramos.
Nos mostramos ser amigas de verdade,
quando dizemos o que temos a dizer...
Nos aceitamos , sem querer mudanças...
Estamos sempre presente,
não so nos momentos de alegria,
compartilhando prazeres,
mas principalmente nos momentos mais dificeis...
Não tiramos a liberdade...
não sufocamos... não forçamos nossa presença...
Estamos perto quando de nos necessitam...
e ao nos afastarmos ,
respeitamos sempre a individualidade alheia.

A amizade não se força...
Mas tem uma força
que se intensifica a cada instante...
E dessa maneira que sou tua amiga, afilhada e filha de coração !!!

O verdadeiro sentido da família

Os laços de sangue são os que menos importam. O que interessa mesmo é a disposição de cada um, para aceitar o outro .
Temos muito a aprender sobre família, viu gente? A grande maioria pensa que ela se resume a laços consangüíneos quando isso é o que menos importa. Outros acreditam que, por pertencerem a um grupo familiar, todos os seus componentes devem ter os mesmos valores e seguir os mesmos caminhos. Nada a ver. Obviamente que é possível estabelecer a afinidade entre seus membros, mas ninguém é igual a ninguém dentro da mesma família. É preciso, acima de tudo, aceitar as diferenças existentes entre todos.

Mas o que é exatamente isso? Simples. Aceitar diferenças é ter compreensão, abertura e diálogo. Geralmente, quando não aceitamos alguma coisa, queremos pura e simplesmente impor um modelo. Ou seja, é preciso agir assim, lidar com o dinheiro desse jeito, fazer aquilo outro da outra maneira etc. Como muitos pais que estabelecem um modelo rígido de educação. Resultado: é um tal de filho mentir pra pai e mãe... Na frente dos pais, eles são uma coisa. E, por trás, mudam completamente. Triste, não?

É impressionante como é comum as pessoas não aceitarem as diferenças. A gente se fecha tanto em nossas vidas, nos próprios valores e verdades que não toleramos sequer uma idéia oposta à nossa, sem julgar. Tente, portanto, seguir essa linha de raciocínio: “A cabeça daquela pessoa é assim, a vida dela é essa, ela está bem assim, pode me contar tudo que eu não me choco nem critico. Não sou juiz, sou amiga.” Uma conduta dessas dá contato. Se, por outro lado, você condena o outro, ele acaba se afastando. Isso é óbvio! E não só na família, como em qualquer relacionamento. E não adianta vir a mãe com aquelas frases: “Te amo, quero o teu bem, portanto, faça isso ou aquilo.” Reflita comigo: será que esse bem é realmente o bem do filho?

Vamos lá, pessoal, aposte na flexibilidade. Sem ela, os laços se rompem. Com ela, os laços se ampliam. Ou aceitamos as diferenças e aprendemos a conviver com elas... Ou não convivemos com ninguém. Pare de brigar com a realidade. Você sofre, se desgasta, principalmente quando não pode controlar a realidade. Por conseqüência, a raiva, a preocupação e o nervoso entram em cena. Deixe de querer mudar o outro. Isso é um verdadeiro desrespeito. O importante é ter paz e equilíbrio. Dois filhos podem ser super amigos. Outros podem se dar bem só com amigos de fora. As relações dentro da família vão se estabelecer como podem, não como “devem”.

Aliás, não existe família ideal, e sim família real. Aceitar a individualidade de cada um é a base do elo. Não importa em que lar tenhamos nascido, mas sim se podemos ser o que queremos. Essa liberdade é tudo. Sentimento de família é elo social, elo humano. Não está restrito só aos filhos, maridos, avós, primos etc. Ele está na esfera social. E, quando você realmente souber aceitar as diferenças, os valores e as vontades alheias, no mínimo, conquistará uma atitude mais fraternal de todos aqueles ao seu redor. Como aquela pessoa que, sem fazer nada, todo mundo vai lá enchê-la de beijos, abraços e carinhos. O segredo desse carisma? Abertura. Pratique-a dentro da sua família! Pratique-a em todo lugar

Como enfrentar o vestibular

O final de ano trás de volta a tensão a milhares de jovens. A proximidade dos vestibulares, cada vez mais concorridos, gera ansiedade e provoca mudanças no humor dos estudantes. Colocar à prova toda a preparação de um ano de estudos não é uma tarefa simples e exige uma preparação extra dos candidatos, que devem estar física e mentalmente condicionados para suportar a bateria de provas. A primeira etapa do vestibular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que ocorre daqui a exatos 18 dias, terá mais de 70 mil estudantes disputando pouco mais de 4,5 mil vagas. No instante final de preparação, disciplina e descontração devem caminhar juntas para não gerar um quadro de estresse.

Confiança e muito estudo não faltam ao estudante Lucas Braga, de 18 anos. Ele vai disputar uma vaga para o curso de engenharia de produção, na UFMG. Diferente da maioria dos adolescentes, que prefere não arriscar a sorte e faz inscrição em várias instituições, Lucas só vai prestar vestibular na Federal. É o curso que eu quero e a universidade que escolhi. Se não conseguir passar este ano, não tem estresse, afirma. A rotina de estudos no 3o ano do ensino médio no Colégio Magnum inclui aulas todas as manhãs e reforço à tarde pelo menos três vezes por semana. Além das atividades escolares, ele não dispensa as quatro horas diárias de estudo em casa, no período da noite.

Para superar a concorrência de 10,41 candidatos por vaga, estabeleceu uma meta de pontuação na primeira etapa: acertar no mínimo 90 das 120 questões. Com isso, espera passar para a segunda etapa sem grandes surpresas. Para cumprir o objetivo, Lucas planejou cuidadosamente as atividades durante o ano. Comecei tranqüilo e sabia que iria atingir o máximo do meu desempenho em novembro e dezembro, junto com as provas da UFMG, argumenta.

A tática de Lucas é diferente da estratégia usada pelas estudantes Luciana Resende e Jordana Generoso, ambas de 18 anos. Apesar de não deixarem os estudos de lado, elas preferem relaxar nos momentos de folga à medida que se aproxima o dia do vestibular. Começamos o ano muito tensas com o ritmo do 3o ano e agora procuramos relaxar, diz Jordana, que tenta uma vaga no curso de direito. Segundo as amigas, a maior dificuldade foi conciliar as provas e notas da escola com a preparação específica para o vestibular.

Apesar de nenhum dos três estudantes ter participado do vestibular do Centro Universitário Newton Paiva, a divulgação do resultado na semana passada mostrou o quanto pode ser alegre ou triste a reação, dependendo do caso. Alguns dos nossos colegas passaram e fizeram festa, outros não conseguiram e ficaram decepcionados. Foi bom para perceber como é difícil e importante o vestibular, comenta Luciana.

Dentro de casa, as mudanças são sentidas pelos estudantes. Todos contam com o apoio irrestrito da família, mas, apesar de velada, a pressão não passa despercebida pelos jovens. Minha mãe diz que se eu não passar está tudo bem, mas eu sinto que ela também fica angustiada, afirma Luciana. Para combater a ansiedade dos alunos e evitar as causas de estresse, o Colégio Magnum promove o Pit Stop. O nome é referência à Fórmula-1, quando o carro para no box para reabastecer e trocar os pneus. Assim como no automobilismo, os estudantes têm uma parada, ainda que rápida. Durante dois dias os jovens esquecem os estudos e participam de diversas atividades para relaxar.

A psicóloga e orientadora vocacional Mariza Tavares Lima convive há vários anos com a tensão dos estudantes às vésperas dos vestibulares. Segundo ela, é saudável fazer revisões e estudos pontuais nas semanas anteriores às provas. Entretanto, alerta que é inadequado passar o dia inteiro grudado nos livros. O estudo excessivo pode aumentar ainda mais a ansiedade e o descontrole emocional. Para muitos estudantes, não passar no vestibular representa a primeira experiência de grande frustração. É como um alpinista que se preparou o ano inteiro para escalar uma montanha e não consegue atingir o topo. O jovem deve estar ciente de que a montanha continuará ali e mesmo que enfrente alguns insucessos, não deve desistir.

Fazer o que gosta é importante para manter a mente e o corpo descansados. Passeios, leitura sem compromisso e conversas com amigos são essenciais para manter os pensamentos distantes da tensão. Exercícios físicos e atividades esportivas, sem exageros, são as melhores maneiras de relaxar os músculos e liberar toxinas. As refeições merecem atenção redobrada, para evitar surpresas desagradáveis.

O candidato e sua família devem estar prevenidos para a hipótese de não aprovação. Infelizmente, a maioria não passa e, nesse momento, os parentes devem prestigiar o esforço, alerta Mariza.

Dicas
Evite estudar muito na véspera do vestibular para não aumentar o nervosismo e a ansiedade. Tente se distrair com outra atividade.
Faça o que lhe der prazer: ler, passear, assistir à TV, praticar esportes etc.
Não passe noites acordado em bares ou boates. O sono é primordial para a concentração e o bom rendimento.
No dia da prova tome um café da manhã reforçado, mas opte por um almoço mais leve, já que refeições pesadas podem causar sono e retardar o raciocínio. Evite ingerir alimentos gordurosos. Mantenha-se hidratado com muita água e suco de frutas.
Chegue dentro do prazo exigido ao local da prova. Não saia tarde de casa, pois o trânsito e possíveis atrasos geram grande descarga de adrenalina, desnecessária ao candidato.
Leia atentamente as questões da prova e planeje mentalmente as respostas escritas, no casos de questões discursivas

Os desafios de cada um - Como enfrentar o Vestibular?

Os Jogos de Pequim chegaram ao fim, deixando registrado na História as conquistas dessa Olimpíada. As oportunidades passaram, algumas bem aproveitadas, outras nem tanto, mas para muitos ficaram os ensinamentos que podem ajudar em novos desafios.

O que extraímos dessas competições para o nosso dia-a-dia? Precisamos nos preparar mais para conquistar a vitória? Prever os acasos e incidentes? Adquirir mais conhecimento? Então, seria algo como treinar, treinar, treinar... Mas, isso não chega a ser uma novidade...

Novidade é Michael Phelps, portador de TDAH, que, apesar de uma trajetória comportamental de altos e baixos, determinou metas para sua vida e teve como resultado inúmeras medalhas. Traçou como estratégia um treinamento diário de 5 horas, que resultou na criação de uma técnica para ganhar "segundos" e conseguiu até mesmo a diferença de 1 centésimo do seu adversário. Outro que poderíamos citar é o jamaicano Usain Bolt que, por ter a saída mais lenta que seus adversários, utiliza a grande passada para atingir sua meta. E, assim, ocorreu com outras categorias, levando o mundo a vibrar, a torcer e a pensar sobre os vários aspectos da competição e da quebra de recordes de dezenas de anos.

Tais referências merecem uma reflexão porque sempre enfrentamos dificuldades e desafios na vida. Por exemplo, tantos jovens brasileiros encaram a cada ano uma competição estressante, que é o vestibular. Para muitos é estudar, estudar, estudar, pois dependendo da área, o grau de dificuldade cresce, porque aumenta a relação candidato/vaga.

Para você que está vivendo, no momento, esse desafio, eu pergunto: quais as suas estratégias para atingir sua meta, ou até mesmo superá-la? Quais as suas táticas para garantir o lugar na Universidade que você deseja? Escolher uma área de menor procura, para reduzir o esforço? Freqüentar um curso com maior número de sucessos nos vestibulares anteriores? O grifo é proposital, porque alguns alunos decidem apenas cursar, sem estudar o suficiente, se preparando insatisfatoriamente para disputar uma vaga no curso escolhido.

Como vimos com os atletas, criar estratégicas e táticas para constantemente melhorar a performance (no caso do vestibular, ampliar a própria capacidade de reter, transferir e analisar conhecimentos) é fundamental. Já pensou nisso? Provavelmente você está se perguntando: "O que eu posso fazer para melhorar minhas condições pessoais?" Então, seguem algumas dicas de estudo. Veja o que você já está aplicando, acrescente, crie e aperfeiçoe.

1 - Monte um quadro com a agenda semanal: horas de sono x horas para atividades. Na parte das atividades use as horas corretas, não as horas aproximadas. Disciplina é fundamental!

2 - Se tem dificuldades de atenção e concentração, utilize pequenos intervalos, fracionando o tempo disponível. Cada um tem o seu timing, então comece estudando 30 minutos e descansando 5. Pode mudar o tempo, conforme perceber que está rendendo mais.

3 - Busque fazer uma atividade física, pelo menos, três vezes na semana, para reduzir o stress, que nesta fase sempre fica acima do esperado.

4 - Estude uma matéria de cada vez. Comece pela que você menos gosta ou, melhor ainda, pela que você tem mais dificuldade.

5 - Quando estiver estudando, evite aparelhos ligados, tipo computador, MP's, TV, que são estímulos que desviam a atenção e consomem tempo.

6 - Faça um gráfico quantificando seu aproveitamento / crescimento. Estes números irão traduzir o que está dando certo.

7 - Evite bebidas alcoólicas. O álcool atrapalha o funcionamento da memória, que é essencial para a retenção do aprendizado.

8 - Busque ter um espaço só para estudos, negocie com os pais e irmãos a questão do seu tempo, do seu momento, visando diminuir as interrupções.

9 - Muitas vezes estudar em grupo dá certo. Ajuda a tirar dúvidas, a reforçar temas, a descobrir dicas, a gerar debates sobre assuntos mais complexos, o que clarifica e, ainda, facilita a memorização.

Dicas para enfrentar o VESTIBULAR!

Uni-duni-tê


Sempre que tem que escolher algo, o meu filho de 4 anos usa a velha tática do uni-duni-tê. O mais legal é que no final ele sempre espicha a frase “escolhido foi vo-vo-vo-cê!” colocando tantos vo-vo-vo quantos forem necessários para que o seu dedinho aponte para aquilo que ele quer. Neste “sorteio”a escolha dele não é casual, acaba sendo uma escolha por preferência mesmo.

Escolher uma profissão, um caminho profissional também não é casual. Ainda que você opte por escolher através de sorteio algum lugar dentro de você estará indicando sua preferência. Mas como descobrir essa preferência?

Vamos imaginar um local onde as preferências circulam. Imaginemos três círculos dispostos como um triângulo, cada círculo representando uma instância da vida: o indivíduo, a sociedade e o mercado de trabalho.

Agora imagine-os se aproximando uns aos outros. Os três se aproximam ao ponto de se tocarem. Aos poucos um invade o outro e os três formam elos de uma corrente. Entre o Indivíduo e a Sociedade surge o elo Identidade. Entre o Indivíduo e o Mercado de Trabalho surge o Reconhecimento. E entre a Sociedade e o Mercado de Trabalho surge o elo Necessidades.

Aproxime-os um pouco mais até formar uma interseção dos três círculos. Então, temos um espaço em comum aos três círculos. E é ali, nesta intersecção, que encontramos as preferências!

Mas como dar forma a elas?

Dando forma aos elos que surgiram, através de um bom exercício de reflexão:
1º- liste as características e valores que você tem e que considera importante, coisas sobre tua personalidade, teu caráter;
2º- liste as características e valores que você acha que a Sociedade considera importante na personalidade e caráter das pessoas;
3º- liste as características e valores que você acha que o Mercado de Trabalho considera importante aos profissionais de sucesso.

Agora compare a 1ª e a 2ª lista e escreva a partir delas a Identidade Social que vc quer construir pra si! Compare a 1ª com a 3ª e escreva que tipo de Reconhecimento Social você quer ter! E agora compare a 2ª e a 3ª e escreva quais as Necessidades Sociais que você quer dar atenção! E é sobre estas três novas listas (identidade social, reconhecimento social e necessidades sociais) que deve refletir.

Infelizmente (ou nem tanto assim) não surgirá a sua frente nenhuma palavra secreta que apontará seu futuro profissional. Mas talvez a luz no tunel surja de uma idéia vinda de algum canto seu, onde habitam as suas preferências mais sinceras. Sucesso!

Como enfrentar a Redação, o monstro do vestibular

A violência no Rio de Janeiro, a invasão anglo-americana ao Iraque, o combate à fome e a preservação do meio-ambiente são alguns dos assuntos candidatos a tema de redação nos processos seletivos de inverno deste ano. Destaques dos jornais nacionais e internacionais, estas notícias despertam o interesse da opinião pública principalmente por suas características polêmicas e, exatamente por este motivo, têm grandes chances de chegar ao vestibular.

Apesar destas questões terem toda a pinta de que serão as grandes vedetes do vestibular de meio de ano, os candidatos a uma vaga na universidade não devem apostar todas as suas fichas nelas. O autor do livro "Segredos da Redação para Vestibular", Ricardo Russo, explica que muitas faculdades optam por temas atemporais - como a influência da televisão no comportamento das pessoas ou o estresse de quem vive nos grandes centros urbanos. "Não há uma regra ou preceito técnico que determine a escolha do tema pelos organizadores da avaliação", explica. Por isso, o importante é estar preparado para as duas situações.

O coordenador e Redação do curso Anglo Vestibulares, Francisco Platão Savioli, dá uma dica bem interessante para quem se deparar com um tema factual: a relação entre indivíduo e a sociedade. "Este é um subtema que serve como discussão para as notícias do dia-a-dia". Isto quer dizer que, uma das saídas para seu texto pode estar em abordar com as pessoas (indivíduos) reagem/estão reagindo/reagiram com relação ao fato em questão.

Ainda que estar por dentro de todos os possíveis temas de redação seja uma boa pedida para enfrentar com mais tranqüilidade o "mostro" da Redação, o mais importante mesmo não é decorar o noticiário, mas, sim, ter paciência e atenção para não cometer erros básicos. Savioli conta que a maioria dos candidatos não lê com cuidado o enunciado do exercício e, por isso, não consegue entregar o que os examinadores esperam. "Os alunos gastam pouco tempo na leitura do tema e não captam o que é pedido", afirma. Ele explica que os textos de apoio, disponíveis na grande maioria dos exames de vestibular, devem ser encarados como subsídios para a elaboração das redações e não como uma perda de tempo. Mas não vá exagerar. Este material dever servir apenas para referência e não alternativa para redigir o texto. "O candidato deve usar a coletânea de textos, mas não colar as informações", conta.

Russo aponta um erro ainda mais grave. "Além de não interpretar corretamente a proposta, os candidatos não organizam seus textos. Parece que eles entram em um processo de psicografia: abaixam a cabeça e saem escrevendo", descreve. Os dois especialistas avisam também que engana-se quem pensa que o principal objetivo de uma redação no vestibular é preencher as 20 ou 30 linhas solicitadas. "Não adianta ir escrevendo qualquer coisa. Os textos precisam ser claros, concisos, objetivos e, principalmente, conter informações, apresentar idéias", diz Russo.

Então, na hora da Redação, nada de preguiça. Leia com atenção o que está sendo pedido, organize suas idéias antes de sair escrevendo - faça um roteiro que indique por onde você vai começar, como irá desenvolver o tema e qual fecho dará para seu texto - e preste atenção na gramática e ortografia.

19 de novembro é Dia da Bandeira


Projetada em 1889 por Raimundo Teixeira Mendes e por Miguel Lemos, a Bandeira Nacional foi desenhada por Décio Vilares. Ele se inspirou na bandeira do Império, que havia, por sua vez, sido desenhada pelo pintor francês Jean Debret.

A esfera azul, onde hoje aparece a divisa positivista "Ordem e Progresso", substituiu a antiga coroa imperial. Dentro da esfera estava representado o céu do Rio de Janeiro com a constelação do Cruzeiro do Sul, tal como apareceu às 8h30min do dia 15 de novembro de 1889, dia da Proclamação da República. Mas, em 1992, uma lei modificou as estrelas da bandeira, para permitir que todos os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal fossem representados.

Como símbolo da pátria, a bandeira nacional fica permanentemente hasteada na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Mesmo quando é substituída, o novo exemplar deve ser hasteado antes que a bandeira antiga seja arriada. O hasteamento e o arriamento podem ser feitos a qualquer hora do dia ou da noite, mas tradicionalmente a bandeira é hasteada às 8 horas e arriada às 18 horas. Quando permanece exposta durante a noite, ela deve ser iluminada.

O Hino à Bandeira surgiu de um pedido feito pelo Prefeito do Rio de Janeiro, Francisco Pereira Passos, ao poeta Olavo Bilac para que compusesse um poema em homenagem à Bandeira, encarregando o professor Francisco Braga, da Escola Nacional de Música, de criar uma melodia apropriada à letra. Em 1906, o hino foi adotado pela prefeitura, passando, desde então, a ser cantado em todas as escolas do Rio de Janeiro. Aos poucos, sua execução estendeu-se às corporações militares e às demais unidades da Federação, transformando-se, extra-oficialmente, no Hino à Bandeira Nacional, conhecido de todos os brasileiros.

sábado, 14 de novembro de 2009

Orgulho e vaidade




O orgulho e a vaidade. Busquemos tranqüilamente conhecê-los, tão profundamente quanto possível, sem mascarar os seus impulsos dentro de nós mesmos. Entendamos que a tolerância começa de nós para nós mesmos. Assim, o nosso trabalho de prospecção interior é suave, e não podemos nos maldizer ou nos martirizar pelos defeitos que ainda temos. Vamos, então, trazer aos níveis de nossa consciência aquelas manifestações impulsivas que nos dominam de certo modo, e que, progressivamente, desejamos controlar.
Em outras postagens você, descobre a diferença entre vaidade e orgulho.

ORGULHO



“Aquele que fio encontra a felicidade senão na satisfação do orgulho e dos apetites grosseiros é infeliz quando fio os pode satisfazer, enquanto que aquele que fio se interessa pelo supérfluo se sente feliz com aquilo que, para os outros, constituiria infortúnio.”
“O orgulho vos induz a julgardes mais do que sois, a não aceitar uma comparação que vos possa re­baixar, e a vos considerardes, ao contrário, tão acima dós vossos irmãos, quer em espírito, quer em posição social, quer mesmo em vantagens pessoais, que o menor paralelo vos irrita e aborrece. E o que acontece, então? Entregai-vos à cólera.”

As principais reações e características do tipo predominantemente orgulhoso são:

Amor-próprio muito acentuado: contraria-se por pequenos motivos;
Reage explosivarnente a quaisquer observações ou críticas de outrem em relação ao seu comportamento;
Necessita ser o centro de atenções e fazer prevalecer sempre as suas próprias idéias;
Não aceita a possibilidade de seus erros, mantendo-se num estado de consciência fechado ao diálogo construtivo;
Menospreza as idéias do próximo;
Ao ser elogiado por quaisquer motivos, enche-se de uma satisfação presunçosa, como que se reafirmando na sua importância pessoal;
Preocupa-se muito com a sua aparência exterior, seus gestos são estudados, dá demasiada importância à sua posição social e ao prestígio pessoal;
Acha que todos os seus circundantes (familiares e amigos) devem girar em torno de si;
Não admite se humilhar diante de ninguém, achando essa ati­tude um traço de fraqueza e falta de personalidade;
Usa da ironia e do deboche para com o próximo nas ocasiões de contendas.
Compreendemos que o orgulhoso vive numa atmosfera ilusória, de destaque social ou intelectual, criando, assim, barreiras muito densas para penetrar na realidade do seu próprio interior. Na maioria dos casos o orgulho é um mecanismo de defesa para encobrir algum aspecto não aceito de ordem familiar, limitações da sua formação escolar-educacional, ou mesmo o resultado do seu próprio posicionamento diante da sociedade da imagem que escolheu para si mesmo, do papel que deseja desempenhar na vida de “status”.

E preferível nos olharmos de frente, corajosamente, e lutar por nos­sa melhora, não naquilo que a sociedade estabeleceu, dentro dos limites transitórios dos bens materiais, mas nas aquisições interiores: os tesouros eternos que “a traça não come nem a ferrugem corrói! “.

VAIDADE


A vaidade é decorrente do orgulho, e dele anda próxima. Destacamos adiante as suas facetas mais comuns:

Apresentação pessoal exuberante (no vestir, nos adornos usados, nos gestos afetados, no falai demasiado);
Evidência de qualidades intelectuais, não poupando referências à própria pessoa, ou a algo que realiza;
Esforço em realçar dotes físicos, culturais ou sociais com notória antipatia provocada aos demais;
Intolerância para com aqueles cuja condição social ou intelectual é mais humilde, não evitando a eles referências desairosas;
Aspiração a cargos ou posições de destaque que acentuem as referências respeitosas ou elogiosas à sua pessoa;
Não reconhecimento de sua própria culpabilidade nas situações de descontentamento diante de infortúnios por que passa;
Obstrução mental na capacidade de se auto-analisar, não aceitando suas possíveis falhas ou erros, culpando vagamente a sorte, a infelicidade imerecida, o azar.
A vaidade, sorrateiramente, está quase sempre presente dentro de nós. Dela os espíritos inferiores se servem para abrir caminhos às perturbações entre os próprios amigos e familiares. É muito sutil a manifestação da vaidade no nosso íntimo e não é pequeno o esforço que devemos desenvolver na vigilância, para não sermos vítimas daquelas influências que encontram apoio nesse nosso defeito. De alguma forma e de variada intensidade, contamos todos com uma parcela de vaidade, que pode estar se manifestando nas nossas motivações de algo a realizar, o que é certa­mente válido, até certo ponto. O perigo, no entanto, reside nos excessos e no desconhecimento das fronteiras entre os impulsos de idealismo, por amor a uma causa nobre, e os ímpetos de destaque pessoal, característicos da vaidade.

A vaidade, nas suas formas de apresentação, quer pela postura física, gestos estudados, retórica no falar, atitudes intempestivas, reações arrogantes, reflete, quase sempre, uma deformação de colocação do indivíduo, face aos valores pessoais que a sociedade estabeleceu. Isto é, a aparência, os gestos, o palavreado, quanto mais artificiais e exuberantes, mais chamam a atenção, e isso agrada o intérprete, satisfaz a sua necessidade pessoal de ser observado, comentado, “badalado”. No íntimo, o protagonista reflete, naquela aparência toda, grande insegurança e acentuada carência de afeto que nele residem, oriundas de muitos fatores desencadeados na infância e na adolescência. Fixações de imagens que, quando criança, identificou em algumas pessoas aparentemente felizes, bem sucedidas, comentadas, admiradas, cujos gestos e maneiras de apresentação foram tomados como modelo a seguir.


“O homem, pois, em grande número de casos,é o causador de seus próprios infortúnios; mas, em vez de reconhecê-lo, acha mais simples, menos humilhante para a sua vaidade, acusar a sorte, a Providência, a má fortuna, a má estrela, ao passo que a má estrela é apenas a sua incúria.”

O vaidoso o é, muitas vezes, sem perceber, e vive desempenhando um personagem que escolheu. No seu íntimo é sempre bem diferente daquele que aparenta, e, de alguma forma, essa dualidade lhe causa conflitos, pois sofre com tudo isso, sente necessidade de encontrar-se a si mesmo, embora às vezes sem saber como.

O mais prejudicial nisso tudo é que as fixações mentais nos personagens selecionados podem estabelecer e conduzir a enormes bloqueios do sentimento, levando as criaturas a assumirem um caráter endurecido, insensível, de atitudes frias e grosseiras. O Aprendiz do Evangelho terá aí um extraordinário campo de reflexão, de análise tranqüila, para aprofundar-se até as raízes que geraram aquelas deformações, ao mesmo tempo que precisa identificar suas características autênticas, o seu verdadeiro modo de ser, para então despir a roupagem teatral que utilizava e colocar­se amadurecidamente, assumindo todo o seu íntimo, com disposição de melhorar sempre.

O orgulho e suas agravantes


Toda criatura orgulhosa é, quase sempre, também arrogante

O orgulho, o mais terrível sentimento negativo, baseia-se numa falsa avaliação que a criatura faz do seu sentimento de auto-estima. Ele é a porta de entrada para um grande número de sentimentos negativos, tais como a luxúria, a ira, a preguiça, a inveja, a cobiça e a gula, que, no seu conjunto, são conhecidos como "os sete pecados capitais", mas que preferimos chamar de "os sete vícios morais fundamentais" da criatura humana.

Isso decorre das reações impróprias que opomos a tais sentimentos quando nos sentimos ofendidos. Por exemplo, quando sofremos uma traição, ferindo a nossa auto-imagem e o amor-próprio, ativamos a nossa ira e revidamos, também traindo. Estamos sempre querendo pagar com a mesma moeda as ofensas que recebemos e nisso está o problema. Se, por uma razão qualquer, não conseguirmos pagar com a mesma moeda, procuramos outros artifícios de revide, como no mesmo exemplo, podemos assimilar a ira em outro sentimento também negativo como a mágoa. Mágoa e ira, terríveis sentimentos, caminham sempre juntos.

Então, a criatura procura alimentar a sua auto-imagem. É isto que dá sustentação aos demais sentimentos, baseando-se a criatura em falsos conceitos, totalmente equivocados a respeito de si mesma. Quando falamos em auto-imagem estamos nos referindo a uma pessoa que possua caráter impoluto, que seja gentil e respeitadora e que pratique suas boas ações, sempre cheia de boas intenções. É óbvio que muitas criaturas não procedem dessa forma com naturalidade e procuram esconder de si mesma o que realmente são. Por isso, dizemos que, para evitar o agravamento de certos problemas, devemos fazer uma auto-análise para descobrirmos o que realmente somos.

Os psicólogos costumam tratar o amor-próprio de forma um pouco diferenciada da auto-estima. Trata-se de uma afetação emocional causada por um sentimento ferido, que está enraizado em nível emocional. O amor próprio ferido normalmente é a causa principal de muitas atitudes inferiores. Podemos, portanto, conceituar o amor-próprio como sendo uma forma de apego que a criatura tem para consigo mesma. O amor-próprio diferencia-se do amor universal, que decorre daqueles que amam a todos os seres sem qualquer discriminação e sem se apegarem a nada. Do amor próprio ferido decorrem muitos outros sentimentos negativos, tais como a impaciência, o derrotismo, a frustração e até a vingança.

Toda criatura orgulhosa é, quase sempre, também arrogante. A arrogância caracteriza-se por uma maneira prepotente de ser e atuar, sendo uma atitude em que o ser se apresenta diante das demais pessoas com o objetivo de diminuí-las perante si mesmas. Daí, o arrogante tratar com indiferença os seus semelhantes, de uma maneira bem diferente de uma pessoa altruísta.

A criatura orgulhosa julga-se perfeita, auto-suficiente, infalível, sendo, pois, um sentimento enraizado em nível mental. Tais criaturas consideram-se capazes de fazer qualquer coisa, geralmente para ofender e humilhar seus semelhantes, dando-se muito valor às suas atitudes, com o que podem chegar à beira da obsessão.

Os orgulhosos gostam muito de chamar a atenção sobre si mesmos, isto é, procuram demonstrar e acentuar um mérito próprio que não têm, sempre que fazem algo um pouco fora do comum. Em outras palavras, tais criaturas acham-se sempre merecedoras de algo, bem além da realidade. Este viés está aliado à auto-importância e a auto-suficiência que os orgulhosos dão a si mesmos. São pessoas que se julgam boas em tudo que fazem e vivem momentos de glória que efetivamente não possuem. Pelo fato de valorizarem-se mais do que merecem, o mérito que o orgulhoso procura atribuir-se está aliado à auto-importância. São idéias, criações e conceitos equivocados que o orgulhoso tem de si mesmo, não passando de falsa avaliação mental.

Daí decorre que o orgulhoso tem um egoísmo muito acentuado e, por ser muito apegado a si mesmo, nada dá de si. Verifica-se, portanto, que o egoísmo e a vaidade que o orgulhoso carrega estão aliados à autoconsideração e ao ressentimento, sendo enraizado em nível emocional. Assim, o egocentrismo é a única atitude que lhe interessa, não tendo qualquer consideração para com as demais pessoas. Tais criaturas têm um ego exacerbado. Para o orgulhoso tudo deve girar ao seu redor e, fazendo-se o centro de tudo, gostam de chamar a atenção dos outros para si.

O mais grave, porém, a realçar no orgulhoso é a prepotência, já que o prepotente é aquele que impõe sua vontade sobre os seus semelhantes, sendo sempre autoritário. Assim é o ego do orgulhoso; se não consegue fazer valer suas idéias pela força física, mentalmente o faz por meio de cenas imaginárias. Dá mais valor à pompa e às aparências. Por exemplo, acredita que um diploma conseguido sem grande esforço vale mais que a experiência daquele que o conseguiu estudando e batalhando muito.

Numerosas são as atitudes dos orgulhosos, sendo fáceis de ser identificadas na vida prática de todos os dias, revelando até mesmo aos olhares menos sensíveis, sua identificação com os sentimentos do orgulho e da vaidade. Destacamos a sua forma exagerada de considerar-se a si mesmo frente aos seus semelhantes.

Dessa forma, sentem-se sempre melhores e mais importantes que os outros (complexo de superioridade); sentem-se sempre merecedores de algo mais do que valem; identificam-se pelas qualidades que pretendem demonstrar sem as ter; autovalorizam-se em demasia; gostam de exibir seus bens materiais e exagerar-se nas aparências e no modo de vestir, mostrando-se vaidosos; supervalorizam os seus serviços profissionais; olham com indiferença os seus semelhantes, principalmente pobres e mendigos, quase nunca os ajudando; nunca agem de forma altruísta, por lhes ser contrário ao seu modo de agir este nobre sentimento.

O orgulhoso utiliza-se principalmente dos sentimentos e emoções mais fracas ou negativas do ser, já que a criatura orgulhosa sempre acha que vale mais que o seu semelhante, tendo uma visão bem materializada da vida. Fazem de tudo que podem, quase sempre usando expedientes moralmente condenáveis, para fazerem triunfar a sua prepotência, empáfia, vaidade e orgulho

MARCAS DA VAIDADE


Do que vale um bom batom,
se meus lábios procuram por um beijo

Do que vale um bom casaco,
se os meus braços agurdam
aquecer-se em outro peito

Do que vale um tom de lápis,
se meus olhos já não brilham mais

Do que vale um bom esmale,
se minhas mãos esperam a macies de outras mãos

Do que vale um corpo esbelto,
se minha alma não me agrada

Do que vale ser jovem,
se dentro, a velhice já veio me aquecer

Do que vale a vaidade,
se a vida...ah a vida!
se esqueceu de esculpir meu grande amor...

UMA LIÇÃO DE VIDA







Aline Moraes, Atriz da novela “Viver a Vida". Na novela de Manoel Carlos, a bela interpreta a mimada Luciana, modelo de sucesso que ficou tetraplégica depois de um grave acidente de ônibus. "Apesar da mudança radical na trajetória da vida dela, estará mostrando para o publico que de nada vale querer ser melhor que os outros, em determinados momentos da vida, pois isso serve para que cada um de nós seres humanos percebamos que de nada vale as vaidades, as prepotências, o querer ser mais do que os outros e não é através da inveja, que se consegue chegar onde se almeja. Na vida ninguém e melhor que ninguém e nem pior que ninguém, pois somos todas pessoas capazes de atingirmos nosso sucesso bem ali na frente. Pois, acredito que, na vida, não há beco sem saída. Mesmo quem está numa crise profunda, diante de doenças, da morte ou de desastres amorosos e financeiros, pode resolver seus problemas. A falta de esperança, sim, é o maior castigo da humanidade.

sábado, 20 de junho de 2009

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domingo, 10 de maio de 2009

SER MÃE



Uma mãe não nasce pronta é preciso de outro ser para ela existir. A prova máxima do amor de Deus para a mulher se manifesta quando ele permite que uma de suas estrelas desça na terra através dela. Neste momento nasce também a mãe. A partir daí ser mãe é aceitar e dizer sim para este ser que está no seu ventre, é aceitar que através de si outra pessoa ganhe o direito de viver. A humanidade precisa voltar seus reconhecimentos para a mulher que permite e diz sim para a vida.Não nos foi ensinado a ver que a educação do ser está nas mãos da mulher, ser mãe é perceber que a responsabilidade pelo o que ensina e pelos exemplos que dá a seu filho está em suas mãos. Neste momento a mulher-mãe recorre aos modelos de sua mãe seja para segui-los ou para não segui-los e assim começam os desafios de ser mãe. Não há nenhum curso que ensina a fórmula correta de ser mãe e o filho não vem com manual de instrução. Aqui se percebe que tudo o que nos foi ensinado até agora pelas nossas mães foi com o amor e conhecimento que elas tinham. E este mesmo amor e conhecimento que as filhas-mães passam para seus filhos. Ser mãe é mergulhar no desconhecido é amar o ser que não se conhece com uma profundidade imensa. É descobrir todos os seus limites diante da criança e estar pronta para superá-los por amor a vida.As mães de hoje podem até pensar que não receberam de suas mães todo o amor que dão para seus filhos. Então é preciso olhar para este sentimento e ver que ser mãe é dar todo o amor que possui, se surgir o sentimento de que está dando mais amor e recebendo menos, significa que está na hora de você olhar para sua mãe e agradecê-la por tudo que recebeu, do jeito que ela pôde dar, e receber este amor em seu coração com muita gratidão. Ser mãe é reconhecer os limites do ser humano. A maternidade é dom natural dado aos seres vivos, na mulher este dom acontece também, mas de uma forma um pouco diferente, as mães dão aos seus filhos tudo o que elas têm dentro de si. Ser mãe é olhar para si e estar disposta a crescer mais para ensinar seus filhos a superar desafios. Ser mãe é mesmo um grande e belo desafio. Obrigado a toda geração de mulheres e mães que existiram e disseram sim para todas as pessoas que conhecemos e para todas as pessoas que não conhecemos, mas que influenciam nossas vidas neste universo. Obrigado a todas as gerações de mulheres guerreiras e mães fortes que deram suporte, para que hoje pudéssemos estar aqui prestando esta homenagem a esta geração de mães. Obrigado em especial às mulheres da minha família que permitiram que, eu pudesse prestar esta homenagem a todas as mães.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Adultos, aprendam com as crianças...

Adultos, aprendam com as crianças!Olhemos o exemplo das crianças que fazem amizade sem nunca terem se visto. Unem-se, juntam seus brinquedos e dividem a mesma brincadeira. Criam seu mundo e vivem felizes como deuses.Os adultos, não. Querem monopolizar as brincadeiras, tomar para si os brinquedos uns dos outros, serem os donos do mundo, e cada qual se transformar em um deus.Por certo falte às crianças ensinarem: "Adultos, não se apeguem às tolices. Dividam suas coisas e multipliquem suas alegrias. Vivam sem rancor, sem disputas mesquinhas. Vejam na pequenez das crianças a grandiosidade dos sentimentos".Aos homens talvez falte voltar a ser criança e reaprender com elas, que está na harmonia, na amizade o verdadeirosentido da vida!

Você é um vencedor!


Você é um vencedor!Veja em si a potencialidade e sabedoria que precisa para gloriar-se.Não pense "isso eu não sei fazer", "tenho medo de errar", "não vai dar certo" e outras negatividades mais.Pense "eu vou fazer", "eu vou acertar", "isso vai dar certo". Risque a palavra derrota da sua vida!Ninguém nasce com habilidades para fazer obras complexas ou criar coisas de grande magnitude. Mas todos podemos, todos somos capazes, pois todos demos dons. E os desenvolvemos e os ampliamos com o tempo, com constante empenho e afinco. Aprender é uma grandeza que não ocupa espaço.Pense: "Eu sou capaz!", "Eu vou conseguir!"Veja somente pétalas e não espinhos pela estrada que seguir. Mentalize que a luta é apenas um detalhe para atingir seu grande objetivo: a vitória!


"Não há derrota que derrote quem nasceu para vencer."

terça-feira, 21 de abril de 2009

DESCOBRIMENTO DO BRASIL


Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.
Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil.

O descobrimento do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária ( 200 milhas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha.
Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias (cravo, canela, gengibre, pimenta, noz moscada, açafrão) que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava este lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas.

Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas destes povos, estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa

Dia de Tiradentes



Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, nasceu em Minas Gerais, em 1746. Aos nove 9 anos ficou órfão de mãe; aos 11, órfão de pai. Bem cedo começou a trabalhar como vendedor ambulante; mais tarde, tornou-se dentista - daí seu apelido -, depois ingressou na carreira militar e chegou ao posto de alferes (hoje segundo tenente).

Naquela época, as forças opressoras dos colonizadores privilegiavam pessoas de origem portuguesa em detrimento dos brasileiros natos, que eram obrigados a pagar altos impostos. Destes, o mais pesado obrigava o mineiro a entregar a quinta parte da extração de minério à Coroa portuguesa. O não-pagamento do quinto dava origem à de "derrama", ou seja, cobrança à força de impostos extras. Esse regime gerava descontentamento geral e um clima de insurreição entre os colonos.

Um grupo de intelectuais se uniu então, em prol do fim da derrama e em favor da independência do Brasil; entre eles, estava Tiradentes. O movimento recebeu o nome de "Inconfidência Mineira" e tinha objetivos bastante audaciosos:
- realizar um levante armado no dia da derrama;
- proclamar uma República, cuja capital seria São João del Rei;
- abolir a escravidão;
- fundar uma universidade em Vila Rica, nos moldes da Universidade de Coimbra;
- tornar obrigatório o serviço militar, com prêmio para as mães de convocados;
- confeccionar uma bandeira com um triângulo vermelho dentro de um retângulo branco, com os dizeres Libertas quae sera tamem, (Liberdade ainda que tardia).

Um de seus companheiros, Joaquim Silvério dos Reis, denunciou o grupo; todos foram presos. Os acusados acabaram desertando. Mas tarde, foram degredados para a África. Tiradentes, porém, manteve-se fiel ao ideal, assumindo toda a responsabilidade pelo movimento.

Aos 21 de abril de 1792, Tiradentes foi enforcado no Rio de Janeiro, sob a acusação de alta traição. Seu corpo foi esquartejado e espalhado por pontos estratégicos da cidade, para coibir futuros opositores.

Pelo seu martírio em prol dos ideais de liberdade da pátria e do indivíduo, Tiradentes foi nomeado Patrono Cívico da Nação Brasileira, e a data de sua execução foi instituída como feriado nacional.

domingo, 19 de abril de 2009

19 de Abril - DIA DO INDIO




História do Dia do Índio

Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril, o Dia do Índio. Esta data comemorativa foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540. Mas porque foi escolhido o 19 de abril?

Origem da data

Para entendermos a data, devemos voltar para 1940. Neste ano, foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste contimente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”.

No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio.

Comemorações e importância da data
Neste dia do ano ocorrem vários eventos dedicados à valorização da cultura indígena. Nas escolas, os alunos costumam fazer pesquisas sobre a cultura indígena, os museus fazem exposições e os minicípios organizam festas comemorativas. Deve ser também um dia de reflexão sobre a importância da preservação dos povos indígenas, da manutenção de suas terras e respeito às suas manifestações culturais.

Devemos lembrar também, que os índios já habitavam nosso país quando os portugueses aqui chegaram em 1500. Desde esta data, o que vimos foi o desrespeito e a diminuição das populações indígenas. Este processo ainda ocorre, pois com a mineração e a exploração dos recursos naturais, muitos povos indígenas estão perdendo suas terras.

A sociedade indígena na época da chegada dos portugueses.

O primeiro contato entre índios e portugueses em 1500 foi de muita estranheza para ambas as partes. As duas culturas eram muito diferentes e pertenciam a mundos completamente distintos. Sabemos muito sobre os índios que viviam naquela época, graças a Carta de Pero Vaz de Caminha (escrivão da expedição de Pedro Álvares Cabral ) e também aos documentos deixados pelos padres jesuítas.

Os indígenas que habitavam o Brasil em 1500 viviam da caça, da pesca e da agricultura de milho, amendoim, feijão, abóbora, bata-doce e principalmente mandioca. Esta agricultura era praticada de forma bem rudimentar, pois utilizavam a técnica da coivara (derrubada de mata e queimada para limpar o solo para o plantio).
Os índios domesticavam animais de pequeno porte como, por exemplo, porco do mato e capivara. Não conheciam o cavalo, o boi e a galinha. Na Carta de Caminha é relatado que os índios se espantaram ao entrar em contato pela primeira vez com uma galinha.

As tribos indígenas possuíam uma relação baseada em regras sociais, políticas e religiosas. O contato entre as tribos acontecia em momentos de guerras, casamentos, cerimônias de enterro e também no momento de estabelecer alianças contra um inimigo comum.

Os índios faziam objetos utilizando as matérias-primas da natureza. Vale lembrar que índio respeita muito o meio ambiente, retirando dele somente o necessário para a sua sobrevivência. Desta madeira, construíam canoas, arcos e flechas e suas habitações (oca). A palha era utilizada para fazer cestos, esteiras, redes e outros objetos. A cerâmica também era muito utilizada para fazer potes, panelas e utensílios domésticos em geral. Penas e peles de animais serviam para fazer roupas ou enfeites para as cerimônias das tribos. O urucum era muito usado para fazer pinturas no corpo.

A organização social dos índios

Entre os indígenas não há classes sociais como a do homem branco. Todos têm os mesmo direitos e recebem o mesmo tratamento. A terra, por exemplo, pertence a todos e quando um índio caça, costuma dividir com os habitantes de sua tribo. Apenas os instrumentos de trabalho (machado, arcos, flechas, arpões) são de propriedade individual. O trabalho na tribo é realizado por todos, porém possui uma divisão por sexo e idade. As mulheres são responsáveis pela comida, crianças, colheita e plantio. Já os homens da tribo ficam encarregados do trabalho mais pesado: caça, pesca, guerra e derrubada das árvores.

Duas figuras importantes na organização das tribos são o pajé e o cacique. O pajé é o sacerdote da tribo, pois conhece todos os rituais e recebe as mensagens dos deuses. Ele também é o curandeiro, pois conhece todos os chás e ervas para curar doenças. Ele que faz o ritual da pajelança, onde evoca os deuses da floresta e dos ancestrais para ajudar na cura. O cacique, também importante na vida tribal, faz o papel de chefe, pois organiza e orienta os índios.

A educação indígena é bem interessante. Os pequenos índios, conhecidos como curumins, aprender desde pequenos e de forma prática. Costumam observar o que os adultos fazem e vão treinando desde cedo. Quando o pai vai caçar, costuma levar o indiozinho junto para que este aprender. Portanto a educação indígena é bem pratica e vinculada a realidade da vida da tribo indígena. Quando atinge os 13 os 14 anos, o jovem passa por um teste e uma cerimônia para ingressar na vida adulta.

Os contatos entre indígenas e portugueses

Como dissemos, os primeiros contatos foram de estranheza e de certa admiração e respeito. Caminha relata a troca de sinais, presentes e informações. Quando os portugueses começam a explorar o pau-brasil das matas, começam a escravizar muitos indígenas ou a utilizar o escambo. Davam espelhos, apitos, colares e chocalhos para os indígenas em troca de seu trabalho.
O canto que se segue foi muito prejudicial aos povos indígenas. Interessados nas terras, os portugueses usaram a violência contra os índios. Para tomar as terras, chegavam a matar os nativos ou até mesmo transmitir doenças a eles para dizimar tribos e tomar as terras. Esse comportamento violento seguiu-se por séculos, resultando no pequenos número de índios que temos hoje.
A visão que o europeu tinha a respeito dos índios era eurocêntrica. Os portugueses achavam-se superiores aos indígenas e, portanto, deveriam dominá-los e colocá-los ao seu serviço. A cultura indígena era considera pelo europeu como sendo inferior e grosseira. Dentro desta visão, acreditavam que sua função era convertê-los ao cristianismo e fazer os índios seguirem a cultura européia. Foi assim, que aos poucos, os índios foram perdendo sua cultura e também sua identidade.

Religião Indígena

Cada nação indígena possuía crenças e rituais religiosos diferenciados. Porém, todas as tribos acreditavam nas forças da natureza e nos espíritos dos antepassados. Para estes deuses e espíritos, faziam rituais, cerimônias e festas. O pajé era o responsável por transmitir estes conhecimentos aos habitantes da tribo. Algumas tribos chegavam a enterrar o corpo dos índios em grandes vasos de cerâmica, onde além do cadáver ficavam os objetos pessoais. Isto mostra que estas tribos acreditavam numa vida após a morte.

Principais etnias indígenas brasileiras na atualidade e população estimada

Ticuna (35.000), Guarani (30.000), Caiagangue (25.000), Macuxi (20.000), Terena (16.000), Guajajara (14.000), Xavante (12.000), Ianomâmi (12.000), Pataxó (9.700), Potiguara (7.700).
Fonte: Funai (Fundação Nacional do Índio).

Características da alimentação indígena

Podemos dizer que a alimentação indígena é natural, pois eles consomem alimentos retirados diretamente da natureza. Desta forma, conseguem obter alimentos isentos de agrotóxicos ou de outros produtos químicos. A alimentação indígena é saudável e rica em vitaminas, sais minerais e outros nutrientes.

Como os índios não consumem produtos industrializados, ficam livres dos efeitos nocivos dos conservantes, corantes artificiais, realçadores de sabor e outros aditivos artificiais usados na indústria alimentícia.

Somada a uma intensa atividade física, a alimentação indígena proporciona aos integrantes da tribo uma vida saudável. Logo, podemos observar nas aldeias isoladas (sem contatos com o homem branco), indivíduos fortes, saudáveis e felizes. Obesidade, estresse, depressão e outros males encontrados facilmente nas grandes cidades passam longe das tribos.

Numa aldeia indígena, o preparo dos alimentos é de responsabilidade das mulheres. Aos homens, cabe a função de caçar e pescar.

Principais alimentos consumidos pelos índios brasileiros:

- Frutas
- Verduras
- Legumes
- Raízes
- Carne de animais caçados na floresta (capivara, porco-do-mato, macaco, etc).
- Peixes
- Cereais
- Castanhas

Pratos típicos da culinária indígena:

- Tapioca (espécie de pão fino feito com fécula de mandioca)
- Pirão (caldo grosso feito de farinha de mandioca e caldo de peixe).
- Pipoca
- Beiju (espécie de bolo de formato enrolado feito com massa de farinha de mandioca fina)

* Este texto refere-se aos índios que não possuem muito contato com os homens brancos e que ainda seguem sua cultura. Infelizmente, muitas tribos deixaram de lado a alimentação saudável quando entraram em contato com o homem branco.

Tribo Indígena

Tribo indígena é uma forma de organização social e cultural. Os índios brasileiros se organizam em tribos, sendo que cada índio possui uma função dentro desta organização. Homens são responsáveis pela caça e guerra, mulheres pela comida e agricultura e as crianças brincam e aprendem.

Cada tribo possui um cacique (espécie de chefe) e um pajé (espécie de sacerdote conhecedor de ervas, rituais e aspectos culturais da tribo).

Cada tribo possui aspectos culturais (danças, jogos, crenças, rituais) que a diferencia de outras.


Vida dos Índios


Funcionamento da aldeia, pajé, cacique, divisão do trabalho, o que fazem os curumins, diversão, festas e jogos indígenas.
Funções e divisão do trabalho entre os índios brasileiros:

- Homem adulto: são responsáveis pela caça de animais selvagens. Devem garantir a proteção da aldeia e, se necessário, atuarem nas guerras. São os homens que também devem fabricar as ferramentas, instrumentos de caça e pesca e a casa (oca).

- Mulheres adultas:
cabe às mulheres cuidarem dos filhos, fornecendo-lhes alimentação e os cuidados necessários. As mulheres também atuam na agricultura da aldeia, plantando e colhendo (mandioca, milho, feijão, arroz, etc). As mulheres também devem fabricar objetos de cerâmica (vasos, potes, pratos) e preparar os alimentos para o consumo. Devem ainda coletar os frutos, fabricar a farinha e tecer redes (artesanato).

- Crianças: os curumins da aldeia (meninos e meninas) também possuem determinadas funções. Suas brincadeiras são destinadas ao aprendizado prático das tarefas que deverão assumir quando adultos. Um menino, por exemplo, brinca de fabricar arco e flecha e caçar pequenos animais. Já as meninas brincam de fazer comida e cuidar de crianças, usando bonecas.

- Cacique: é o chefe político e administrativo da aldeia. Experiente, ele deve manter o bom funcionamento e a estrutura da aldeia.

- Pajé: possui grande conhecimento sobre a cultura e religião da tribo. Conhece muito bem o poder das ervas medicinas e atua como uma espécie de “médico” e “curandeiro” da aldeia. Mantém as tradições e repassa aos mais novos através da oralidade. Os rituais religiosos também são organizados pelo pajé.

Diversão


Além de trabalharem, os índios também se divertem. Nas aldeias, eles fazem festas, danças e jogos. Porém, estas formas de divertimento possuem significados religiosos e sociais. Dentre os jogos, por exemplo, destacam-se as lutas. Estas são realizadas como uma forma de treinamento para guerras e também para desenvolver a parte física dos índios.


Funções e importância

O pajé é uma figura de extrema importância dentro das tribos indígenas do Brasil. Detentor de muitos conhecimentos e da história da tribo, ele é o indígena mais experiente. Ele é o responsável por passar adiante a cultura, história e tradições da tribo.

O pajé também possui a função de curandeiro dentro da tribo, pois conhece diversos rituais e também o poder de cura de ervas e plantas.

O pajé também possui a função de líder espiritual da tribo. Ele conhece os meios de entrar em contato com os espíritos e deuses protetores da tribo. Os indígenas acreditam que o pajé possui a capacidade de entrar em contato direto com os deuses. Em algumas tribos, os indígenas acreditam que o pajé tem poderes capazes de fazer chover e melhorar a capacidade dos índios durante a caça e pesca.

Durante a pajelança, o pajé entra em contato com espíritos de pessoas mortas ou animais com o objetivo de promover curas, resolver problemas pessoais dos índios ou da tribo. Neste ritual, o pajé pode utilizar ervas ou outras plantas.

Conhecendo uma oca

Oca é uma habitação típica dos povos indígenas. A palavra tem sua origem na família linguística tupi-guarani.

As ocas são construídas coletivamente, ou seja, com a participação de vários integrantes da tribo. São grandes, podendo chegar até 40 metros de comprimento. Seu tamanho é justificado, pois várias famílias de índios habitam uma mesma oca. Internamente este tipo de habitação não possui divisões. São instaladas na parte interna da oca diversas redes, que os índios usam para dormir.

A estrutura das ocas são bastante resistente, pois elas são construídas com a utilização de taquaras e troncos de árvores. A cobertura é feita de folhas de palmeiras ou palha. Uma oca pode durar mais de 20 anos.

As ocas não possuem janelas, porém, a ventilação ocorre através portas e dos frizos entre as taquaras da parede. Costumam apresentar de uma a três portas apenas.

Curiosidade:

- Uma oca de tamanho grande pode levar de 10 a 15 dias para ser construída, com o trabalho de 20 a 30 índios.

Funções e importância

Cacique é um termo que os portugueses e espanhóis usaram na época das Grandes Navegações e Descobrimentos Marítimos (séculos XV e XVI) para fazer referência aos chefes indígenas das tribos da América. Este termo é originário do aruaque do Haiti (cachique) e foi adaptado pelos espanhóis, virando cacique.

No Brasil, cada nação indígena utiliza um termo específico para fazer referência ao chefe político. Entre os indígenas tupis, por exemplo, são usados os termos murumuxaua, tabixaba e tuxaua. Já os guaranis usam mais o termo mburovixá.

O cacique desempenha funções importantes dentro de uma tribo indígena. Ele é o responsável em aplicar as regras da tribo, definir punições, resolver conflitos, definir guerra e organizar a caça.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Dia 16 de Abril – Dia Mundial da Voz


A Campanha Nacional da Voz, coordenada pela Academia Brasileira de Laringologia e Voz, traz este ano uma série de ações em todo o Brasil. Os médicos ligados à Academia, em todo o território nacional, já começam a se organizar para promover atendimentos e palestras informativas sobre as realizações da Campanha e a preocupação com o aparelho vocal.

O programa, criado há 10 anos pelos médicos da ABLV, é fruto de uma preocupação em comum: o câncer de laringe, que na época causava 8 mil óbitos por ano. Desde então, a Campanha atende e orienta cerca de 40 mil pessoas em cada edição, número que só não é maior porque muitas pessoas ainda desconhecem a importância dos cuidados com a voz. Algumas doenças como o próprio câncer de laringe, pólipos, nódulos, rouquidão e laringite podem ser evitadas com o diagnóstico precoce.

Devido a sua relevância, a Campanha Nacional da Voz atingiu níveis mundiais em 2009. Graças a parcerias e ao reconhecimento de diversas entidades internacionais, conseguiu a promulgação do dia 16 de abril como o “Dia Mundial da Voz”. Atualmente, Portugal, Espanha, Bélgica, Suíça, Itália, Argentina, Chile, Venezuela, Panamá, Estados Unidos e diversos outros países também organizam ações para comemorar a data.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Diante de tantos chavões e teorias pedagógicas, a verdade é: a escola deve ser, definitivamente, não só um local onde se adquire conhecimento, cultura





Diante de tantos chavões e teorias pedagógicas, a verdade é: a escola deve ser, definitivamente, não só um local onde se adquire conhecimento, cultura e conteúdos pré-estabelecidos, mas, efetivamente, um ambiente que propicie e priorize, no indivíduo, a aquisição de “ferramentas” para lidar consigo mesmo e com a vida.
É claro que é necessário muito estudo, didática e reformulação de estratégias para que o processo de aprendizado obtenha o melhor resultado possível. E qual seria o melhor resultado? Como mensurá-lo? Para medirmos, temos de ter uma referência. E quem ou o quê ousaria mensurar aquilo que faz parte do drama humano? – o SER.
Resumidamente, o indivíduo vai à escola para tornar-se humano. Será que toda essa mistura de linhas pedagógicas, modismos, “maquiagem” e hipocrisia que a maioria das escolas se submetem para não perder sua clientela, sentem-se responsáveis, além da família, em nortear seus alunos àquilo que os antigos filósofos já defendiam sobre o Belo, o Bom, a Ética, o Verdadeiro, e tantos mais atributos que nunca saem de moda? Pois esses são os reais instrumentos que sustentam o indivíduo por toda sua vida. Não importa se ele vai ser um engenheiro, um médico ou um arquiteto, importa sim o que ele vai SER.
Instrução, informação e competência existem de sobra por aí, e reais seres humanos?Creio que muito mais que congressos, grupos de estudo e discussões sobre educação, deveríamos questionar todo o formato de escola, seus princípios e reais norteadores daquilo que chamam, levianamente, de “escola para a vida”. Se assim o fosse, o mundo não estaria da maneira que está – sociedades corrompidas, famílias desestruturadas, meio ambiente doente, corrupção, banalização da vida, e muita, muita mediocridade.
“Uma pessoa não nasce humana, mas torna-se uma.”

Renova-te.




Renasce em ti mesmo.
Multiplica os teus olhos, para verem mais.
Multiplica-se os teus braços para semeares tudo.
Destrói os olhos que tiverem visto.
Cria outros, para as visões novas.
Destrói os braços que tiverem semeado,
Para se esquecerem de colher.
Sê sempre o mesmo.
Sempre outro. Mas sempre alto.
Sempre longe.
E dentro de tudo.
Cecília Meireles

Pais + Escola ou Pais x Escola?




Existe uma real parceria entre pais e escola?
Que escolas promovem palestras e reuniões úteis e práticas para orientar os pais de hoje? – perdidos, movidos por culpa e excesso de proteção.
Escola e pais têm papéis diferentes, um não supri ou substitui o outro. Mas há algo em comum entre elas além do aluno/filho – o comprometimento com a proposta, que deve ser a mesma.
Muitos pais têm visões sobre como educar o seu filho que diverge e muito em relação à filosofia da escola. Como fica então o desenvolvimento do aluno/filho? Cada um defende um valor, segue uma conduta diferente em casa e na escola e a criança fica entre gregos e troianos, sem saber que direção tomar. E tudo isso na cabeça de criança é muito abstrato e instintivo. Ela não entende nada sobre papéis, comportamentos, métodos, crenças, pedagogia, valores… Aos poucos, sem querer, ela passa a assumir diferentes papéis dependendo da circunstância, ou melhor, local. Se ela está em casa ela age de um jeito, na escola de outro. Concordo que são ambientes completamente diferentes e que exigem do pequeno interações e comportamentos diversos. Mas há um eixo, um núcleo que deve ser mantido – o limite, por exemplo. O limite que escola dá para a criança é o mesmo que os pais definem em casa?Quais são os acordos que a escola e pais fazem com a criança? Acordos são cruciais na vida da criança. É a linha mestra que ela deve permear para estabelecer um vínculo com ela mesma e com os que a circundam. E acordos diferentes, ou muitas vezes antagônicos, tornam crianças confusas, inconsistentes e sem direção. E é esse perfil que ela irá carregar no futuro, na sua vida adulta.
Como educadores e pais podemos facilitar a vida da criança estabelecendo papéis complementares e que miram o mesmo horizonte.
Pais e escolas deveriam ter uma parceria bastante ativa nesse processo, nos dias em que vivemos. Por meio de palestras, reuniões ou indicações de leituras, essa dupla poderia estabelecer uma linguagem, postura comum para que o desenvolvimento da criança não sofresse tantas modificações de regras no meio do jogo, ou até o que é muito comum, uma educação sem regra nenhuma. O que vale é pelo lado da escola, manter o cliente, seja por corrupção da proposta, por criar estruturas atraentes aos pais e , no caso os pais, o objetivo é facilitar a vida deles, seja por omissão o excesso de permissão. É muito mais fácil deixar o seu filho assistindo por horas os “sagrados” DVDS para que você possa fazer algo mais interessante e legal do que ficar com o seu filho ou pagar o preço que for para que uma babá, sem instrução alguma, o faça companhia. A falta de tempo já não é mais desculpa, pois o pouco tempo que os pais têm para ficar com os seus filhos, sempre há algo mais importante para fazer, e dar atenção ao filho é, cá para nós, muito chato, não?
É triste, mas existe muita mentira e hipocrisia entre amores e valores e o único que realmente sofre conseqüências nesse jogo de empurra é a criança. Faço então um apelo para você que é educador ou pai: dedique-se, mas dedique-se ao máximo que puder quando estiver com seu aluno ou filho, dê a ele tudo o que precise – seja um afetuoso abraço, um olhar que vale mais de mil palavras, uma bronca na hora certa e saiba que tudo o que você fizer com amor e valor será eterno e fará parte de toda a trajetória de vida desse ser, que depende de como você o conduz no presente para determinar o que ele irá se tornar no futuro.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA PARA A FORMAÇÃO POLÍTICA DO ALUNO

A maioria dos alunos não se interessa pela política, sendo que muitos deles não sabem quem é o prefeito de sua cidade. A política se sustenta no cumprimento de papéis específicos de cada poder, no entanto, a grande maioria dos alunos não sabe qual é o papel desempenhado por cada um dos três poderes e a importância da política e do voto. A escola moderna deve assumir papéis que conduza o aluno a desenvolver o senso crítico, estimulando-os a questionarem os fatos para tomar suas próprias decisões. A política sempre foi condutora do destino da população, desse modo podemos dizer que ela não é só o momento da eleição, é importantante também acompanhar o desempenho dos governantes eleitos para que possamos contribuir para mudar o sistema. A ausência de debate político na família e na escola leva o aluno a descrença num futuro através de seus representantes, não percebendo que o futuro de cada um depende dela. Nesse sentido, a escola deve ter por objetivo estimular a participação do jovem na política e ajuda-lo a qualificar o seu voto, abrindo portanto, um caminho para o voto consciente e dando o primeiro passo para uma política e um país melhor.
Quando as escolas adotaram a disciplina de História em seus currículos, os estudantes foram motivados a valorizar princípios da nação, enaltecendo seus governantes. A educação política era manipulada pelos governantes, que interferiam no modo como os fatos eram contados. "É comum parlamentares e outras autoridades políticas intervirem para orientar o ensino de história. Acreditam que ao manipular a história,ou seja, o passado,é possível controlar o presente e mesmo o futuro"

NÃO EXISTE CRISE PARA OS ESTUDANTES




A escola é uma das fases mais importantes dos estudantes. É lá que você aprende tudo, desde o bê-á-bá até as primeiras lições afetivas, os primeiros erros, os primeiros namorados, os primeiros rolos, enfim, é um estagio fundamental.
A escola na vida de cada cidadão é uma lição que não devemos pulá-la, pois além de aprender o que levaremos pro resto de nossas vidas, também é fundamental para darmos continuidade em nossa formação profissional.
Com o mercado competitivo, muito difícil está de se arrumar emprego até pra quem tem educação superior, imagine pra quem tem só o básico, ou pra quem nem isso tem? É muito difícil, o desenvolvimento não dá trégua pra quem para no tempo. E hoje a crise mostra mais uma vez que o estudo é base para tudo no vida de cada pessoa, pois na verdade só existirá crise para os que não tem formação.

A importância da escola






A escola é fundamental, para o aprendizado, é à base da nossa vida, tanto profissional como social. É a instituição mais importante, porque só através dela é que a gente adquire conhecimentos, é o lugar de formação a educação deve ser disponibilizada para todos.

A educação formal ou acadêmica é função da escola e seria uma continuação da educação familiar. Pais e escola devem educar juntos (e não separados) para um bem maior.

A criação de um verdadeiro cidadão, construtor de um futuro melhor para as próximas gerações, depende dessa aliança.

Como viver com a crise financeira no mundo, e o que mais nos interessa no Brasil

Os políticos do Brasil estão otimistas, mas na realidade nós temos uma crise em andamento, de uma forma ou de outra seremos atingidos, então precisamos reformular o modo de vida. Por exemplo: — vamos pensar quantos celulares compramos no ano passado?!!

Há crianças que gastam de três a quatro pastas escolares por ano e isso cabe aos pais ensinar seus filhos a cuidar de tudo que lhes pertence, para evitar gastos desnecessários. Não precisa ninguém entrar em pânico, nem deixar de fazer o que gosta principalmente o lazer que faz tão bem a saúde, nem deixar de comprar, é apenas contabilizar tudo e contrabalançar.

O consumidor terá que manter um equilíbrio na sua vida e comprar só aquilo que está precisando no momento, se houver esse controle o consumidor ficará bem, e os fornecedores estarão sempre gerando capital, porque sempre temos consumidores necessitando de compras, que não tem como fugir.

O Brasil está sendo atingido, mas temos um ponto positivo, porque em tempos de crise as famílias tendem a reduzir a compra de bens duráveis como carro e eletroeletrônicos e aumentam ou ao menos mantêm o consumo de produtos básicos como alimentos. Existe uma explicação básica para isso: as pessoas não vão deixar de comer. E o Brasil tem a maior fronteira agrícola do mundo e é o que leva o nosso país ainda estar no azul. Mas preocupação existe, precisamos preocupar, porém temos que seguir adiante.

Alguns setores são mais atingidos como os siderúrgicos, fábricas de produtos duráveis etc. O capitalismo sofre com a crise, mas tem que haver mudanças de valores, por exemplo: hoje o seguro desemprego para todos é de 5 meses e já se estudam a possibilidade de aumentar esse tempo, mas depende da medida provisória e do setor, quando um cidadão é demitido ele fica abalado emocionalmente e abala toda estrutura familiar. Então esse maior período de seguro desemprego, que está em estudo, não é para o cidadão ficar lamentando o que perdeu, mas procurar centralizar e capacitar, para seguir outro caminho.

Então digo para todos: — consumidores e fornecedores, não tenham medo, o medo é uma lente de aumento.

Corte as despesas, seja otimista, segure na mão de Deus e siga em frente. Mas corte de despesa não significa corte de funcionários, ou seja, demissões nas empresas

A CRISE DA ESCOLA E A EDUCAÇÃO NÃO-ESCOLAR

A crise da escola e a educação não-escolar
A crescente visibilidade social do campo da educação não-formal (e, igualmente, do campo da educação informal) não é separável das representações e dos discursos em torno da chamada crise da educação escolar.
Muito embora os discursos sobre a crise da educação escolar sejam tão antigos como a própria Escola, os factores supostamente geradores da actual crise são hoje mais amplos e heterogéneos.
Talvez mais do que em qualquer outra época, as referências à crise da educação escolar no contexto actual remetem (implícita e explicitamente) para condicionantes económicas, sociais e politico-ideológicas muito diversificadas e, consequentemente, as explicações produzidas e divulgadas são hoje mais heterogéneas e contraditórias.
Na impossibilidade de aqui recensear, de forma mais cuidada e aprofundada, todas as variáveis em jogo, gostaria de lembrar neste breve apontamento que a crise da educação escolar não pode ser compreendida sem levar em consideração os seguintes factos:
as condições actuais de expansão e internacionalização da economia capitalista num contexto de hegemonia ideológica neoliberal;
a emergência do "capitalismo informacional", as mutações aceleradas nas formas de organização do trabalho e a inevitabilidade (também, em grande medida, ideologicamente construída) do desemprego estrutural, a afectar sobretudo as novas gerações;
a permeabilidade e vulnerabilidade da Escola às pressões sociais - pressões que permitem que esta aceite, quase sempre passivamente, ser o "bode expiatório" para as crises económicas cada vez mais frequentes;
os discursos vulgares que induzem os cidadãos a pensar que a falta de emprego é devida à não qualificação dos indivíduos, sendo esta, por sua vez, acriticamente atribuída à incapacidade estrutural da Escola para preparar os estudantes em função das (supostas) necessidades da economia;
a perda de confiança no valor social dos diplomas, induzida pela distorções nas relações entre a educação e o mercado de trabalho (veja-se, por exemplo, o crescente desemprego dos licenciados; a proliferação de empregos precários disputados por portadores de qualificações superiores às exigidas para o exercício das funções que lhe são propostas; a existência de contextos de trabalho indutores de "regressões culturais"...);
a centralidade dos meios de comunicação de massa que se constituem como fortes agentes de socialização secundária, substituindo ou neutralizando a acção dos agentes e contextos de socialização primária;
a constatação, sinalizada em trabalhos recentes, de que a Escola, já não sendo capaz de cumprir cabalmente os mandatos que há muito lhe foram atribuídos, continua (paradoxalmente) a ser pressionada para assumir novos mandatos, à medida em que os problemas sociais aumentam, se diversificam e se complexificam;
a emergência de um sentimento anti-escola que se expressa, em alguns países, pela existência de um movimento de defesa do ensino em contexto familiar (home schooling), movimento este que é estimulado por discursos anti-estatistas que reclamam do fracasso da escola pública e que são promovidos por uma mescla de sectores religiosos fundamentalistas e segmentos neoliberais e neoconservadores desejosos de restaurar valores sociais e educacionais tradicionais.
Estes e outros factos, reais ou ideologicamente construídos, que podem ser convocados para explicar a actual crise da educação escolar são, como acima comecei por referir, relativamente sincrónicos com a expansão e recente revalorização dos campos da educação não-formal e informal. No entanto, é importante observar que, apesar deste relativo sincronismo, a revalorização da educação não-formal e informal só em parte pode ser atribuída à crise da Escola.
Na verdade, nem todos os indicadores da crescente (e aparentemente paradoxal) pedagogização da vida social são imediatamente explicáveis pela crise da Escola. Veja-se a este propósito a emergência dos novos lugares imateriais e virtuais de educação não-formal e informal que configuram o ciberespaço, ou os contextos, não menos fluidos e de fronteiras também instáveis, que começamos a relacionar com a chamada sociedade cognitiva.
O que importa considerar por agora é que se é verdade que estes novos lugares da educação (não-formal e informal) se originaram em fenómenos que pouco ou nada têm a ver com a crise da Escola, também é verdade que eles poderão vir a acentuar e aprofundar a crise dessa mesma Escola, sobretudo se forem ocupados e controlados por interesses económicos dominantes a nível nacional e global.
Por estas e outras razões, há que reflectir mais aprofundadamente sobre os dilemas e desafios futuros que derivam do facto de o campo da educação não-escolar ser hoje disputado por muitos e diferentes interesses, e contraditórias racionalidades políticas e pedagógicas.

A crescente visibilidade social do campo da educação não-formal (e, igualmente, do campo da educação informal) não é separável das representações e dos discursos em torno da chamada crise da educação escolar.
Muito embora os discursos sobre a crise da educação escolar sejam tão antigos como a própria Escola, os factores supostamente geradores da actual crise são hoje mais amplos e heterogéneos.
Talvez mais do que em qualquer outra época, as referências à crise da educação escolar no contexto actual remetem (implícita e explicitamente) para condicionantes económicas, sociais e politico-ideológicas muito diversificadas e, consequentemente, as explicações produzidas e divulgadas são hoje mais heterogéneas e contraditórias.
Na impossibilidade de aqui recensear, de forma mais cuidada e aprofundada, todas as variáveis em jogo, gostaria de lembrar neste breve apontamento que a crise da educação escolar não pode ser compreendida sem levar em consideração os seguintes factos:
as condições actuais de expansão e internacionalização da economia capitalista num contexto de hegemonia ideológica neoliberal;
a emergência do "capitalismo informacional", as mutações aceleradas nas formas de organização do trabalho e a inevitabilidade (também, em grande medida, ideologicamente construída) do desemprego estrutural, a afectar sobretudo as novas gerações;
a permeabilidade e vulnerabilidade da Escola às pressões sociais - pressões que permitem que esta aceite, quase sempre passivamente, ser o "bode expiatório" para as crises económicas cada vez mais frequentes;
os discursos vulgares que induzem os cidadãos a pensar que a falta de emprego é devida à não qualificação dos indivíduos, sendo esta, por sua vez, acriticamente atribuída à incapacidade estrutural da Escola para preparar os estudantes em função das (supostas) necessidades da economia;
a perda de confiança no valor social dos diplomas, induzida pela distorções nas relações entre a educação e o mercado de trabalho (veja-se, por exemplo, o crescente desemprego dos licenciados; a proliferação de empregos precários disputados por portadores de qualificações superiores às exigidas para o exercício das funções que lhe são propostas; a existência de contextos de trabalho indutores de "regressões culturais"...);
a centralidade dos meios de comunicação de massa que se constituem como fortes agentes de socialização secundária, substituindo ou neutralizando a acção dos agentes e contextos de socialização primária;
a constatação, sinalizada em trabalhos recentes, de que a Escola, já não sendo capaz de cumprir cabalmente os mandatos que há muito lhe foram atribuídos, continua (paradoxalmente) a ser pressionada para assumir novos mandatos, à medida em que os problemas sociais aumentam, se diversificam e se complexificam;
a emergência de um sentimento anti-escola que se expressa, em alguns países, pela existência de um movimento de defesa do ensino em contexto familiar (home schooling), movimento este que é estimulado por discursos anti-estatistas que reclamam do fracasso da escola pública e que são promovidos por uma mescla de sectores religiosos fundamentalistas e segmentos neoliberais e neoconservadores desejosos de restaurar valores sociais e educacionais tradicionais.
Estes e outros factos, reais ou ideologicamente construídos, que podem ser convocados para explicar a actual crise da educação escolar são, como acima comecei por referir, relativamente sincrónicos com a expansão e recente revalorização dos campos da educação não-formal e informal. No entanto, é importante observar que, apesar deste relativo sincronismo, a revalorização da educação não-formal e informal só em parte pode ser atribuída à crise da Escola.
Na verdade, nem todos os indicadores da crescente (e aparentemente paradoxal) pedagogização da vida social são imediatamente explicáveis pela crise da Escola. Veja-se a este propósito a emergência dos novos lugares imateriais e virtuais de educação não-formal e informal que configuram o ciberespaço, ou os contextos, não menos fluidos e de fronteiras também instáveis, que começamos a relacionar com a chamada sociedade cognitiva.
O que importa considerar por agora é que se é verdade que estes novos lugares da educação (não-formal e informal) se originaram em fenómenos que pouco ou nada têm a ver com a crise da Escola, também é verdade que eles poderão vir a acentuar e aprofundar a crise dessa mesma Escola, sobretudo se forem ocupados e controlados por interesses económicos dominantes a nível nacional e global.
Por estas e outras razões, há que reflectir mais aprofundadamente sobre os dilemas e desafios futuros que derivam do facto de o campo da educação não-escolar ser hoje disputado por muitos e diferentes interesses, e contraditórias racionalidades políticas e pedagógicas.

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