segunda-feira, 13 de abril de 2009

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA PARA A FORMAÇÃO POLÍTICA DO ALUNO

A maioria dos alunos não se interessa pela política, sendo que muitos deles não sabem quem é o prefeito de sua cidade. A política se sustenta no cumprimento de papéis específicos de cada poder, no entanto, a grande maioria dos alunos não sabe qual é o papel desempenhado por cada um dos três poderes e a importância da política e do voto. A escola moderna deve assumir papéis que conduza o aluno a desenvolver o senso crítico, estimulando-os a questionarem os fatos para tomar suas próprias decisões. A política sempre foi condutora do destino da população, desse modo podemos dizer que ela não é só o momento da eleição, é importantante também acompanhar o desempenho dos governantes eleitos para que possamos contribuir para mudar o sistema. A ausência de debate político na família e na escola leva o aluno a descrença num futuro através de seus representantes, não percebendo que o futuro de cada um depende dela. Nesse sentido, a escola deve ter por objetivo estimular a participação do jovem na política e ajuda-lo a qualificar o seu voto, abrindo portanto, um caminho para o voto consciente e dando o primeiro passo para uma política e um país melhor.
Quando as escolas adotaram a disciplina de História em seus currículos, os estudantes foram motivados a valorizar princípios da nação, enaltecendo seus governantes. A educação política era manipulada pelos governantes, que interferiam no modo como os fatos eram contados. "É comum parlamentares e outras autoridades políticas intervirem para orientar o ensino de história. Acreditam que ao manipular a história,ou seja, o passado,é possível controlar o presente e mesmo o futuro"

NÃO EXISTE CRISE PARA OS ESTUDANTES




A escola é uma das fases mais importantes dos estudantes. É lá que você aprende tudo, desde o bê-á-bá até as primeiras lições afetivas, os primeiros erros, os primeiros namorados, os primeiros rolos, enfim, é um estagio fundamental.
A escola na vida de cada cidadão é uma lição que não devemos pulá-la, pois além de aprender o que levaremos pro resto de nossas vidas, também é fundamental para darmos continuidade em nossa formação profissional.
Com o mercado competitivo, muito difícil está de se arrumar emprego até pra quem tem educação superior, imagine pra quem tem só o básico, ou pra quem nem isso tem? É muito difícil, o desenvolvimento não dá trégua pra quem para no tempo. E hoje a crise mostra mais uma vez que o estudo é base para tudo no vida de cada pessoa, pois na verdade só existirá crise para os que não tem formação.

A importância da escola






A escola é fundamental, para o aprendizado, é à base da nossa vida, tanto profissional como social. É a instituição mais importante, porque só através dela é que a gente adquire conhecimentos, é o lugar de formação a educação deve ser disponibilizada para todos.

A educação formal ou acadêmica é função da escola e seria uma continuação da educação familiar. Pais e escola devem educar juntos (e não separados) para um bem maior.

A criação de um verdadeiro cidadão, construtor de um futuro melhor para as próximas gerações, depende dessa aliança.

Como viver com a crise financeira no mundo, e o que mais nos interessa no Brasil

Os políticos do Brasil estão otimistas, mas na realidade nós temos uma crise em andamento, de uma forma ou de outra seremos atingidos, então precisamos reformular o modo de vida. Por exemplo: — vamos pensar quantos celulares compramos no ano passado?!!

Há crianças que gastam de três a quatro pastas escolares por ano e isso cabe aos pais ensinar seus filhos a cuidar de tudo que lhes pertence, para evitar gastos desnecessários. Não precisa ninguém entrar em pânico, nem deixar de fazer o que gosta principalmente o lazer que faz tão bem a saúde, nem deixar de comprar, é apenas contabilizar tudo e contrabalançar.

O consumidor terá que manter um equilíbrio na sua vida e comprar só aquilo que está precisando no momento, se houver esse controle o consumidor ficará bem, e os fornecedores estarão sempre gerando capital, porque sempre temos consumidores necessitando de compras, que não tem como fugir.

O Brasil está sendo atingido, mas temos um ponto positivo, porque em tempos de crise as famílias tendem a reduzir a compra de bens duráveis como carro e eletroeletrônicos e aumentam ou ao menos mantêm o consumo de produtos básicos como alimentos. Existe uma explicação básica para isso: as pessoas não vão deixar de comer. E o Brasil tem a maior fronteira agrícola do mundo e é o que leva o nosso país ainda estar no azul. Mas preocupação existe, precisamos preocupar, porém temos que seguir adiante.

Alguns setores são mais atingidos como os siderúrgicos, fábricas de produtos duráveis etc. O capitalismo sofre com a crise, mas tem que haver mudanças de valores, por exemplo: hoje o seguro desemprego para todos é de 5 meses e já se estudam a possibilidade de aumentar esse tempo, mas depende da medida provisória e do setor, quando um cidadão é demitido ele fica abalado emocionalmente e abala toda estrutura familiar. Então esse maior período de seguro desemprego, que está em estudo, não é para o cidadão ficar lamentando o que perdeu, mas procurar centralizar e capacitar, para seguir outro caminho.

Então digo para todos: — consumidores e fornecedores, não tenham medo, o medo é uma lente de aumento.

Corte as despesas, seja otimista, segure na mão de Deus e siga em frente. Mas corte de despesa não significa corte de funcionários, ou seja, demissões nas empresas

A CRISE DA ESCOLA E A EDUCAÇÃO NÃO-ESCOLAR

A crise da escola e a educação não-escolar
A crescente visibilidade social do campo da educação não-formal (e, igualmente, do campo da educação informal) não é separável das representações e dos discursos em torno da chamada crise da educação escolar.
Muito embora os discursos sobre a crise da educação escolar sejam tão antigos como a própria Escola, os factores supostamente geradores da actual crise são hoje mais amplos e heterogéneos.
Talvez mais do que em qualquer outra época, as referências à crise da educação escolar no contexto actual remetem (implícita e explicitamente) para condicionantes económicas, sociais e politico-ideológicas muito diversificadas e, consequentemente, as explicações produzidas e divulgadas são hoje mais heterogéneas e contraditórias.
Na impossibilidade de aqui recensear, de forma mais cuidada e aprofundada, todas as variáveis em jogo, gostaria de lembrar neste breve apontamento que a crise da educação escolar não pode ser compreendida sem levar em consideração os seguintes factos:
as condições actuais de expansão e internacionalização da economia capitalista num contexto de hegemonia ideológica neoliberal;
a emergência do "capitalismo informacional", as mutações aceleradas nas formas de organização do trabalho e a inevitabilidade (também, em grande medida, ideologicamente construída) do desemprego estrutural, a afectar sobretudo as novas gerações;
a permeabilidade e vulnerabilidade da Escola às pressões sociais - pressões que permitem que esta aceite, quase sempre passivamente, ser o "bode expiatório" para as crises económicas cada vez mais frequentes;
os discursos vulgares que induzem os cidadãos a pensar que a falta de emprego é devida à não qualificação dos indivíduos, sendo esta, por sua vez, acriticamente atribuída à incapacidade estrutural da Escola para preparar os estudantes em função das (supostas) necessidades da economia;
a perda de confiança no valor social dos diplomas, induzida pela distorções nas relações entre a educação e o mercado de trabalho (veja-se, por exemplo, o crescente desemprego dos licenciados; a proliferação de empregos precários disputados por portadores de qualificações superiores às exigidas para o exercício das funções que lhe são propostas; a existência de contextos de trabalho indutores de "regressões culturais"...);
a centralidade dos meios de comunicação de massa que se constituem como fortes agentes de socialização secundária, substituindo ou neutralizando a acção dos agentes e contextos de socialização primária;
a constatação, sinalizada em trabalhos recentes, de que a Escola, já não sendo capaz de cumprir cabalmente os mandatos que há muito lhe foram atribuídos, continua (paradoxalmente) a ser pressionada para assumir novos mandatos, à medida em que os problemas sociais aumentam, se diversificam e se complexificam;
a emergência de um sentimento anti-escola que se expressa, em alguns países, pela existência de um movimento de defesa do ensino em contexto familiar (home schooling), movimento este que é estimulado por discursos anti-estatistas que reclamam do fracasso da escola pública e que são promovidos por uma mescla de sectores religiosos fundamentalistas e segmentos neoliberais e neoconservadores desejosos de restaurar valores sociais e educacionais tradicionais.
Estes e outros factos, reais ou ideologicamente construídos, que podem ser convocados para explicar a actual crise da educação escolar são, como acima comecei por referir, relativamente sincrónicos com a expansão e recente revalorização dos campos da educação não-formal e informal. No entanto, é importante observar que, apesar deste relativo sincronismo, a revalorização da educação não-formal e informal só em parte pode ser atribuída à crise da Escola.
Na verdade, nem todos os indicadores da crescente (e aparentemente paradoxal) pedagogização da vida social são imediatamente explicáveis pela crise da Escola. Veja-se a este propósito a emergência dos novos lugares imateriais e virtuais de educação não-formal e informal que configuram o ciberespaço, ou os contextos, não menos fluidos e de fronteiras também instáveis, que começamos a relacionar com a chamada sociedade cognitiva.
O que importa considerar por agora é que se é verdade que estes novos lugares da educação (não-formal e informal) se originaram em fenómenos que pouco ou nada têm a ver com a crise da Escola, também é verdade que eles poderão vir a acentuar e aprofundar a crise dessa mesma Escola, sobretudo se forem ocupados e controlados por interesses económicos dominantes a nível nacional e global.
Por estas e outras razões, há que reflectir mais aprofundadamente sobre os dilemas e desafios futuros que derivam do facto de o campo da educação não-escolar ser hoje disputado por muitos e diferentes interesses, e contraditórias racionalidades políticas e pedagógicas.

A crescente visibilidade social do campo da educação não-formal (e, igualmente, do campo da educação informal) não é separável das representações e dos discursos em torno da chamada crise da educação escolar.
Muito embora os discursos sobre a crise da educação escolar sejam tão antigos como a própria Escola, os factores supostamente geradores da actual crise são hoje mais amplos e heterogéneos.
Talvez mais do que em qualquer outra época, as referências à crise da educação escolar no contexto actual remetem (implícita e explicitamente) para condicionantes económicas, sociais e politico-ideológicas muito diversificadas e, consequentemente, as explicações produzidas e divulgadas são hoje mais heterogéneas e contraditórias.
Na impossibilidade de aqui recensear, de forma mais cuidada e aprofundada, todas as variáveis em jogo, gostaria de lembrar neste breve apontamento que a crise da educação escolar não pode ser compreendida sem levar em consideração os seguintes factos:
as condições actuais de expansão e internacionalização da economia capitalista num contexto de hegemonia ideológica neoliberal;
a emergência do "capitalismo informacional", as mutações aceleradas nas formas de organização do trabalho e a inevitabilidade (também, em grande medida, ideologicamente construída) do desemprego estrutural, a afectar sobretudo as novas gerações;
a permeabilidade e vulnerabilidade da Escola às pressões sociais - pressões que permitem que esta aceite, quase sempre passivamente, ser o "bode expiatório" para as crises económicas cada vez mais frequentes;
os discursos vulgares que induzem os cidadãos a pensar que a falta de emprego é devida à não qualificação dos indivíduos, sendo esta, por sua vez, acriticamente atribuída à incapacidade estrutural da Escola para preparar os estudantes em função das (supostas) necessidades da economia;
a perda de confiança no valor social dos diplomas, induzida pela distorções nas relações entre a educação e o mercado de trabalho (veja-se, por exemplo, o crescente desemprego dos licenciados; a proliferação de empregos precários disputados por portadores de qualificações superiores às exigidas para o exercício das funções que lhe são propostas; a existência de contextos de trabalho indutores de "regressões culturais"...);
a centralidade dos meios de comunicação de massa que se constituem como fortes agentes de socialização secundária, substituindo ou neutralizando a acção dos agentes e contextos de socialização primária;
a constatação, sinalizada em trabalhos recentes, de que a Escola, já não sendo capaz de cumprir cabalmente os mandatos que há muito lhe foram atribuídos, continua (paradoxalmente) a ser pressionada para assumir novos mandatos, à medida em que os problemas sociais aumentam, se diversificam e se complexificam;
a emergência de um sentimento anti-escola que se expressa, em alguns países, pela existência de um movimento de defesa do ensino em contexto familiar (home schooling), movimento este que é estimulado por discursos anti-estatistas que reclamam do fracasso da escola pública e que são promovidos por uma mescla de sectores religiosos fundamentalistas e segmentos neoliberais e neoconservadores desejosos de restaurar valores sociais e educacionais tradicionais.
Estes e outros factos, reais ou ideologicamente construídos, que podem ser convocados para explicar a actual crise da educação escolar são, como acima comecei por referir, relativamente sincrónicos com a expansão e recente revalorização dos campos da educação não-formal e informal. No entanto, é importante observar que, apesar deste relativo sincronismo, a revalorização da educação não-formal e informal só em parte pode ser atribuída à crise da Escola.
Na verdade, nem todos os indicadores da crescente (e aparentemente paradoxal) pedagogização da vida social são imediatamente explicáveis pela crise da Escola. Veja-se a este propósito a emergência dos novos lugares imateriais e virtuais de educação não-formal e informal que configuram o ciberespaço, ou os contextos, não menos fluidos e de fronteiras também instáveis, que começamos a relacionar com a chamada sociedade cognitiva.
O que importa considerar por agora é que se é verdade que estes novos lugares da educação (não-formal e informal) se originaram em fenómenos que pouco ou nada têm a ver com a crise da Escola, também é verdade que eles poderão vir a acentuar e aprofundar a crise dessa mesma Escola, sobretudo se forem ocupados e controlados por interesses económicos dominantes a nível nacional e global.
Por estas e outras razões, há que reflectir mais aprofundadamente sobre os dilemas e desafios futuros que derivam do facto de o campo da educação não-escolar ser hoje disputado por muitos e diferentes interesses, e contraditórias racionalidades políticas e pedagógicas.

DIA DO JOVEM - 13 DE ABRIL


















A juventude, segundo a Assembleia Geral das Nações Unidas, é a fase que acontece entre os quinze e vinte e quatro anos de idade, onde o jovem começa a apresentar sinais de maturidade diante da vida.
Nesse período, ocorrem algumas decisões que ficam para a vida toda, como a escolha da profissão, por exemplo. Além disso, as primeiras experiências profissionais, sexuais, o primeiro voto, sair da casa dos pais, dentre outras decisões, irão delimitar o futuro no mesmo.
Os jovens representam mais de um terço da população mundial, o que indica mais esperança de um mundo melhor.
Estudar, namorar, passear, se divertir deve fazer parte da vida dos jovens, pois esses precisam da convivência dos grupos para se integrar de forma correta à sociedade.
O jovem vai, aos poucos, se tornando uma pessoa mais responsável, mais segura de seus atos, tendo inclusive responsabilidades civis pelos mesmos. Se for uma pessoa de bem, responsável, é aceita pela sociedade. Se for uma pessoa rebelde, irresponsável, que não respeita os direitos dos outros e infringe as leis, será punida por isso.
Muitos jovens não têm oportunidades diante da vida, como estudar, ter uma casa e uma família, e se tornam discriminados socialmente. Ficam marginalizados, presos sob as dependências de oportunidades oferecidas pelos governantes, o que não acontece para todos.
Porém, segundo a Constituição Brasileira, todos os jovens têm o direito de receber do Estado: saúde, educação, moradia, oportunidade de trabalho, etc. Dessa forma, vemos que os governantes não cumprem com suas responsabilidades, prejudicando o futuro de muitos jovens.
É importante cobrar dos mesmos os direitos que estão garantidos pela Constituição Federal do país, pois dessa forma os jovens terão melhores oportunidades para suas vidas.