terça-feira, 17 de novembro de 2009

As grandes amizades são eternas


Sinto-me perto de você
quando o seu carinho me anima,
seu silêncio me conforta,
a sua agonia me aflige e o seu choro me abala.

Estou longe de você quando me ignora,
me deixa de lado,
quando percebo que não sou amado. Mas como todo bom amigo,
te amo sempre, mesmo nos momentos que não estou contigo.
gosto tanto de você que me faço de abrigo nos momentos difíceis.

Apesar dos momentos de ódio lembre-se que fui eu quem esteve ao seu lado todo esse tempo, secando suas lágrimas,
te abraçando forte nos momentos de medo,
dizendo sempre a verdade mesmo que machucasse, para não te iludir com falsas esperanças…

Estarei ao seu lado mesmo que não queira,
protegendo, fortalecendo e animando-o sempre


Dedico essas palavras aos meus amigos(as)

Nos sempre estaremos juntas ( Cristina Krause)

A força da amizade vence todas as diferenças...
Alias... para que diferenças se somos amigas?
Quando erramos... nos perdoamos e esquecemos
Se temos defeitos... nao nos importamos...
Trocamos segredos...
e respeitamos as divergencias...
Nas horas incertas, sempre chegamos no momento certo...
Amigos sem cor... sem sexo... sem idade...
Amigo e so amigo...
Nos amparamos...nos defendemos...
sem pedir...
fazemos porque nos sentimos felizes em fazer...
Nos reverenciamos... adoramos... idolatramos... apreciamos... admiramos.
Nos mostramos ser amigas de verdade,
quando dizemos o que temos a dizer...
Nos aceitamos , sem querer mudanças...
Estamos sempre presente,
não so nos momentos de alegria,
compartilhando prazeres,
mas principalmente nos momentos mais dificeis...
Não tiramos a liberdade...
não sufocamos... não forçamos nossa presença...
Estamos perto quando de nos necessitam...
e ao nos afastarmos ,
respeitamos sempre a individualidade alheia.

A amizade não se força...
Mas tem uma força
que se intensifica a cada instante...
E dessa maneira que sou tua amiga, afilhada e filha de coração !!!

O verdadeiro sentido da família

Os laços de sangue são os que menos importam. O que interessa mesmo é a disposição de cada um, para aceitar o outro .
Temos muito a aprender sobre família, viu gente? A grande maioria pensa que ela se resume a laços consangüíneos quando isso é o que menos importa. Outros acreditam que, por pertencerem a um grupo familiar, todos os seus componentes devem ter os mesmos valores e seguir os mesmos caminhos. Nada a ver. Obviamente que é possível estabelecer a afinidade entre seus membros, mas ninguém é igual a ninguém dentro da mesma família. É preciso, acima de tudo, aceitar as diferenças existentes entre todos.

Mas o que é exatamente isso? Simples. Aceitar diferenças é ter compreensão, abertura e diálogo. Geralmente, quando não aceitamos alguma coisa, queremos pura e simplesmente impor um modelo. Ou seja, é preciso agir assim, lidar com o dinheiro desse jeito, fazer aquilo outro da outra maneira etc. Como muitos pais que estabelecem um modelo rígido de educação. Resultado: é um tal de filho mentir pra pai e mãe... Na frente dos pais, eles são uma coisa. E, por trás, mudam completamente. Triste, não?

É impressionante como é comum as pessoas não aceitarem as diferenças. A gente se fecha tanto em nossas vidas, nos próprios valores e verdades que não toleramos sequer uma idéia oposta à nossa, sem julgar. Tente, portanto, seguir essa linha de raciocínio: “A cabeça daquela pessoa é assim, a vida dela é essa, ela está bem assim, pode me contar tudo que eu não me choco nem critico. Não sou juiz, sou amiga.” Uma conduta dessas dá contato. Se, por outro lado, você condena o outro, ele acaba se afastando. Isso é óbvio! E não só na família, como em qualquer relacionamento. E não adianta vir a mãe com aquelas frases: “Te amo, quero o teu bem, portanto, faça isso ou aquilo.” Reflita comigo: será que esse bem é realmente o bem do filho?

Vamos lá, pessoal, aposte na flexibilidade. Sem ela, os laços se rompem. Com ela, os laços se ampliam. Ou aceitamos as diferenças e aprendemos a conviver com elas... Ou não convivemos com ninguém. Pare de brigar com a realidade. Você sofre, se desgasta, principalmente quando não pode controlar a realidade. Por conseqüência, a raiva, a preocupação e o nervoso entram em cena. Deixe de querer mudar o outro. Isso é um verdadeiro desrespeito. O importante é ter paz e equilíbrio. Dois filhos podem ser super amigos. Outros podem se dar bem só com amigos de fora. As relações dentro da família vão se estabelecer como podem, não como “devem”.

Aliás, não existe família ideal, e sim família real. Aceitar a individualidade de cada um é a base do elo. Não importa em que lar tenhamos nascido, mas sim se podemos ser o que queremos. Essa liberdade é tudo. Sentimento de família é elo social, elo humano. Não está restrito só aos filhos, maridos, avós, primos etc. Ele está na esfera social. E, quando você realmente souber aceitar as diferenças, os valores e as vontades alheias, no mínimo, conquistará uma atitude mais fraternal de todos aqueles ao seu redor. Como aquela pessoa que, sem fazer nada, todo mundo vai lá enchê-la de beijos, abraços e carinhos. O segredo desse carisma? Abertura. Pratique-a dentro da sua família! Pratique-a em todo lugar

Como enfrentar o vestibular

O final de ano trás de volta a tensão a milhares de jovens. A proximidade dos vestibulares, cada vez mais concorridos, gera ansiedade e provoca mudanças no humor dos estudantes. Colocar à prova toda a preparação de um ano de estudos não é uma tarefa simples e exige uma preparação extra dos candidatos, que devem estar física e mentalmente condicionados para suportar a bateria de provas. A primeira etapa do vestibular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que ocorre daqui a exatos 18 dias, terá mais de 70 mil estudantes disputando pouco mais de 4,5 mil vagas. No instante final de preparação, disciplina e descontração devem caminhar juntas para não gerar um quadro de estresse.

Confiança e muito estudo não faltam ao estudante Lucas Braga, de 18 anos. Ele vai disputar uma vaga para o curso de engenharia de produção, na UFMG. Diferente da maioria dos adolescentes, que prefere não arriscar a sorte e faz inscrição em várias instituições, Lucas só vai prestar vestibular na Federal. É o curso que eu quero e a universidade que escolhi. Se não conseguir passar este ano, não tem estresse, afirma. A rotina de estudos no 3o ano do ensino médio no Colégio Magnum inclui aulas todas as manhãs e reforço à tarde pelo menos três vezes por semana. Além das atividades escolares, ele não dispensa as quatro horas diárias de estudo em casa, no período da noite.

Para superar a concorrência de 10,41 candidatos por vaga, estabeleceu uma meta de pontuação na primeira etapa: acertar no mínimo 90 das 120 questões. Com isso, espera passar para a segunda etapa sem grandes surpresas. Para cumprir o objetivo, Lucas planejou cuidadosamente as atividades durante o ano. Comecei tranqüilo e sabia que iria atingir o máximo do meu desempenho em novembro e dezembro, junto com as provas da UFMG, argumenta.

A tática de Lucas é diferente da estratégia usada pelas estudantes Luciana Resende e Jordana Generoso, ambas de 18 anos. Apesar de não deixarem os estudos de lado, elas preferem relaxar nos momentos de folga à medida que se aproxima o dia do vestibular. Começamos o ano muito tensas com o ritmo do 3o ano e agora procuramos relaxar, diz Jordana, que tenta uma vaga no curso de direito. Segundo as amigas, a maior dificuldade foi conciliar as provas e notas da escola com a preparação específica para o vestibular.

Apesar de nenhum dos três estudantes ter participado do vestibular do Centro Universitário Newton Paiva, a divulgação do resultado na semana passada mostrou o quanto pode ser alegre ou triste a reação, dependendo do caso. Alguns dos nossos colegas passaram e fizeram festa, outros não conseguiram e ficaram decepcionados. Foi bom para perceber como é difícil e importante o vestibular, comenta Luciana.

Dentro de casa, as mudanças são sentidas pelos estudantes. Todos contam com o apoio irrestrito da família, mas, apesar de velada, a pressão não passa despercebida pelos jovens. Minha mãe diz que se eu não passar está tudo bem, mas eu sinto que ela também fica angustiada, afirma Luciana. Para combater a ansiedade dos alunos e evitar as causas de estresse, o Colégio Magnum promove o Pit Stop. O nome é referência à Fórmula-1, quando o carro para no box para reabastecer e trocar os pneus. Assim como no automobilismo, os estudantes têm uma parada, ainda que rápida. Durante dois dias os jovens esquecem os estudos e participam de diversas atividades para relaxar.

A psicóloga e orientadora vocacional Mariza Tavares Lima convive há vários anos com a tensão dos estudantes às vésperas dos vestibulares. Segundo ela, é saudável fazer revisões e estudos pontuais nas semanas anteriores às provas. Entretanto, alerta que é inadequado passar o dia inteiro grudado nos livros. O estudo excessivo pode aumentar ainda mais a ansiedade e o descontrole emocional. Para muitos estudantes, não passar no vestibular representa a primeira experiência de grande frustração. É como um alpinista que se preparou o ano inteiro para escalar uma montanha e não consegue atingir o topo. O jovem deve estar ciente de que a montanha continuará ali e mesmo que enfrente alguns insucessos, não deve desistir.

Fazer o que gosta é importante para manter a mente e o corpo descansados. Passeios, leitura sem compromisso e conversas com amigos são essenciais para manter os pensamentos distantes da tensão. Exercícios físicos e atividades esportivas, sem exageros, são as melhores maneiras de relaxar os músculos e liberar toxinas. As refeições merecem atenção redobrada, para evitar surpresas desagradáveis.

O candidato e sua família devem estar prevenidos para a hipótese de não aprovação. Infelizmente, a maioria não passa e, nesse momento, os parentes devem prestigiar o esforço, alerta Mariza.

Dicas
Evite estudar muito na véspera do vestibular para não aumentar o nervosismo e a ansiedade. Tente se distrair com outra atividade.
Faça o que lhe der prazer: ler, passear, assistir à TV, praticar esportes etc.
Não passe noites acordado em bares ou boates. O sono é primordial para a concentração e o bom rendimento.
No dia da prova tome um café da manhã reforçado, mas opte por um almoço mais leve, já que refeições pesadas podem causar sono e retardar o raciocínio. Evite ingerir alimentos gordurosos. Mantenha-se hidratado com muita água e suco de frutas.
Chegue dentro do prazo exigido ao local da prova. Não saia tarde de casa, pois o trânsito e possíveis atrasos geram grande descarga de adrenalina, desnecessária ao candidato.
Leia atentamente as questões da prova e planeje mentalmente as respostas escritas, no casos de questões discursivas

Os desafios de cada um - Como enfrentar o Vestibular?

Os Jogos de Pequim chegaram ao fim, deixando registrado na História as conquistas dessa Olimpíada. As oportunidades passaram, algumas bem aproveitadas, outras nem tanto, mas para muitos ficaram os ensinamentos que podem ajudar em novos desafios.

O que extraímos dessas competições para o nosso dia-a-dia? Precisamos nos preparar mais para conquistar a vitória? Prever os acasos e incidentes? Adquirir mais conhecimento? Então, seria algo como treinar, treinar, treinar... Mas, isso não chega a ser uma novidade...

Novidade é Michael Phelps, portador de TDAH, que, apesar de uma trajetória comportamental de altos e baixos, determinou metas para sua vida e teve como resultado inúmeras medalhas. Traçou como estratégia um treinamento diário de 5 horas, que resultou na criação de uma técnica para ganhar "segundos" e conseguiu até mesmo a diferença de 1 centésimo do seu adversário. Outro que poderíamos citar é o jamaicano Usain Bolt que, por ter a saída mais lenta que seus adversários, utiliza a grande passada para atingir sua meta. E, assim, ocorreu com outras categorias, levando o mundo a vibrar, a torcer e a pensar sobre os vários aspectos da competição e da quebra de recordes de dezenas de anos.

Tais referências merecem uma reflexão porque sempre enfrentamos dificuldades e desafios na vida. Por exemplo, tantos jovens brasileiros encaram a cada ano uma competição estressante, que é o vestibular. Para muitos é estudar, estudar, estudar, pois dependendo da área, o grau de dificuldade cresce, porque aumenta a relação candidato/vaga.

Para você que está vivendo, no momento, esse desafio, eu pergunto: quais as suas estratégias para atingir sua meta, ou até mesmo superá-la? Quais as suas táticas para garantir o lugar na Universidade que você deseja? Escolher uma área de menor procura, para reduzir o esforço? Freqüentar um curso com maior número de sucessos nos vestibulares anteriores? O grifo é proposital, porque alguns alunos decidem apenas cursar, sem estudar o suficiente, se preparando insatisfatoriamente para disputar uma vaga no curso escolhido.

Como vimos com os atletas, criar estratégicas e táticas para constantemente melhorar a performance (no caso do vestibular, ampliar a própria capacidade de reter, transferir e analisar conhecimentos) é fundamental. Já pensou nisso? Provavelmente você está se perguntando: "O que eu posso fazer para melhorar minhas condições pessoais?" Então, seguem algumas dicas de estudo. Veja o que você já está aplicando, acrescente, crie e aperfeiçoe.

1 - Monte um quadro com a agenda semanal: horas de sono x horas para atividades. Na parte das atividades use as horas corretas, não as horas aproximadas. Disciplina é fundamental!

2 - Se tem dificuldades de atenção e concentração, utilize pequenos intervalos, fracionando o tempo disponível. Cada um tem o seu timing, então comece estudando 30 minutos e descansando 5. Pode mudar o tempo, conforme perceber que está rendendo mais.

3 - Busque fazer uma atividade física, pelo menos, três vezes na semana, para reduzir o stress, que nesta fase sempre fica acima do esperado.

4 - Estude uma matéria de cada vez. Comece pela que você menos gosta ou, melhor ainda, pela que você tem mais dificuldade.

5 - Quando estiver estudando, evite aparelhos ligados, tipo computador, MP's, TV, que são estímulos que desviam a atenção e consomem tempo.

6 - Faça um gráfico quantificando seu aproveitamento / crescimento. Estes números irão traduzir o que está dando certo.

7 - Evite bebidas alcoólicas. O álcool atrapalha o funcionamento da memória, que é essencial para a retenção do aprendizado.

8 - Busque ter um espaço só para estudos, negocie com os pais e irmãos a questão do seu tempo, do seu momento, visando diminuir as interrupções.

9 - Muitas vezes estudar em grupo dá certo. Ajuda a tirar dúvidas, a reforçar temas, a descobrir dicas, a gerar debates sobre assuntos mais complexos, o que clarifica e, ainda, facilita a memorização.

Dicas para enfrentar o VESTIBULAR!

Uni-duni-tê


Sempre que tem que escolher algo, o meu filho de 4 anos usa a velha tática do uni-duni-tê. O mais legal é que no final ele sempre espicha a frase “escolhido foi vo-vo-vo-cê!” colocando tantos vo-vo-vo quantos forem necessários para que o seu dedinho aponte para aquilo que ele quer. Neste “sorteio”a escolha dele não é casual, acaba sendo uma escolha por preferência mesmo.

Escolher uma profissão, um caminho profissional também não é casual. Ainda que você opte por escolher através de sorteio algum lugar dentro de você estará indicando sua preferência. Mas como descobrir essa preferência?

Vamos imaginar um local onde as preferências circulam. Imaginemos três círculos dispostos como um triângulo, cada círculo representando uma instância da vida: o indivíduo, a sociedade e o mercado de trabalho.

Agora imagine-os se aproximando uns aos outros. Os três se aproximam ao ponto de se tocarem. Aos poucos um invade o outro e os três formam elos de uma corrente. Entre o Indivíduo e a Sociedade surge o elo Identidade. Entre o Indivíduo e o Mercado de Trabalho surge o Reconhecimento. E entre a Sociedade e o Mercado de Trabalho surge o elo Necessidades.

Aproxime-os um pouco mais até formar uma interseção dos três círculos. Então, temos um espaço em comum aos três círculos. E é ali, nesta intersecção, que encontramos as preferências!

Mas como dar forma a elas?

Dando forma aos elos que surgiram, através de um bom exercício de reflexão:
1º- liste as características e valores que você tem e que considera importante, coisas sobre tua personalidade, teu caráter;
2º- liste as características e valores que você acha que a Sociedade considera importante na personalidade e caráter das pessoas;
3º- liste as características e valores que você acha que o Mercado de Trabalho considera importante aos profissionais de sucesso.

Agora compare a 1ª e a 2ª lista e escreva a partir delas a Identidade Social que vc quer construir pra si! Compare a 1ª com a 3ª e escreva que tipo de Reconhecimento Social você quer ter! E agora compare a 2ª e a 3ª e escreva quais as Necessidades Sociais que você quer dar atenção! E é sobre estas três novas listas (identidade social, reconhecimento social e necessidades sociais) que deve refletir.

Infelizmente (ou nem tanto assim) não surgirá a sua frente nenhuma palavra secreta que apontará seu futuro profissional. Mas talvez a luz no tunel surja de uma idéia vinda de algum canto seu, onde habitam as suas preferências mais sinceras. Sucesso!

Como enfrentar a Redação, o monstro do vestibular

A violência no Rio de Janeiro, a invasão anglo-americana ao Iraque, o combate à fome e a preservação do meio-ambiente são alguns dos assuntos candidatos a tema de redação nos processos seletivos de inverno deste ano. Destaques dos jornais nacionais e internacionais, estas notícias despertam o interesse da opinião pública principalmente por suas características polêmicas e, exatamente por este motivo, têm grandes chances de chegar ao vestibular.

Apesar destas questões terem toda a pinta de que serão as grandes vedetes do vestibular de meio de ano, os candidatos a uma vaga na universidade não devem apostar todas as suas fichas nelas. O autor do livro "Segredos da Redação para Vestibular", Ricardo Russo, explica que muitas faculdades optam por temas atemporais - como a influência da televisão no comportamento das pessoas ou o estresse de quem vive nos grandes centros urbanos. "Não há uma regra ou preceito técnico que determine a escolha do tema pelos organizadores da avaliação", explica. Por isso, o importante é estar preparado para as duas situações.

O coordenador e Redação do curso Anglo Vestibulares, Francisco Platão Savioli, dá uma dica bem interessante para quem se deparar com um tema factual: a relação entre indivíduo e a sociedade. "Este é um subtema que serve como discussão para as notícias do dia-a-dia". Isto quer dizer que, uma das saídas para seu texto pode estar em abordar com as pessoas (indivíduos) reagem/estão reagindo/reagiram com relação ao fato em questão.

Ainda que estar por dentro de todos os possíveis temas de redação seja uma boa pedida para enfrentar com mais tranqüilidade o "mostro" da Redação, o mais importante mesmo não é decorar o noticiário, mas, sim, ter paciência e atenção para não cometer erros básicos. Savioli conta que a maioria dos candidatos não lê com cuidado o enunciado do exercício e, por isso, não consegue entregar o que os examinadores esperam. "Os alunos gastam pouco tempo na leitura do tema e não captam o que é pedido", afirma. Ele explica que os textos de apoio, disponíveis na grande maioria dos exames de vestibular, devem ser encarados como subsídios para a elaboração das redações e não como uma perda de tempo. Mas não vá exagerar. Este material dever servir apenas para referência e não alternativa para redigir o texto. "O candidato deve usar a coletânea de textos, mas não colar as informações", conta.

Russo aponta um erro ainda mais grave. "Além de não interpretar corretamente a proposta, os candidatos não organizam seus textos. Parece que eles entram em um processo de psicografia: abaixam a cabeça e saem escrevendo", descreve. Os dois especialistas avisam também que engana-se quem pensa que o principal objetivo de uma redação no vestibular é preencher as 20 ou 30 linhas solicitadas. "Não adianta ir escrevendo qualquer coisa. Os textos precisam ser claros, concisos, objetivos e, principalmente, conter informações, apresentar idéias", diz Russo.

Então, na hora da Redação, nada de preguiça. Leia com atenção o que está sendo pedido, organize suas idéias antes de sair escrevendo - faça um roteiro que indique por onde você vai começar, como irá desenvolver o tema e qual fecho dará para seu texto - e preste atenção na gramática e ortografia.

19 de novembro é Dia da Bandeira


Projetada em 1889 por Raimundo Teixeira Mendes e por Miguel Lemos, a Bandeira Nacional foi desenhada por Décio Vilares. Ele se inspirou na bandeira do Império, que havia, por sua vez, sido desenhada pelo pintor francês Jean Debret.

A esfera azul, onde hoje aparece a divisa positivista "Ordem e Progresso", substituiu a antiga coroa imperial. Dentro da esfera estava representado o céu do Rio de Janeiro com a constelação do Cruzeiro do Sul, tal como apareceu às 8h30min do dia 15 de novembro de 1889, dia da Proclamação da República. Mas, em 1992, uma lei modificou as estrelas da bandeira, para permitir que todos os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal fossem representados.

Como símbolo da pátria, a bandeira nacional fica permanentemente hasteada na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Mesmo quando é substituída, o novo exemplar deve ser hasteado antes que a bandeira antiga seja arriada. O hasteamento e o arriamento podem ser feitos a qualquer hora do dia ou da noite, mas tradicionalmente a bandeira é hasteada às 8 horas e arriada às 18 horas. Quando permanece exposta durante a noite, ela deve ser iluminada.

O Hino à Bandeira surgiu de um pedido feito pelo Prefeito do Rio de Janeiro, Francisco Pereira Passos, ao poeta Olavo Bilac para que compusesse um poema em homenagem à Bandeira, encarregando o professor Francisco Braga, da Escola Nacional de Música, de criar uma melodia apropriada à letra. Em 1906, o hino foi adotado pela prefeitura, passando, desde então, a ser cantado em todas as escolas do Rio de Janeiro. Aos poucos, sua execução estendeu-se às corporações militares e às demais unidades da Federação, transformando-se, extra-oficialmente, no Hino à Bandeira Nacional, conhecido de todos os brasileiros.