terça-feira, 28 de setembro de 2010

ANA AMÉLIA LEMOS



Natural de Lagoa Vermelha, Ana Amélia concluiu o ensino médio, mudou–se para Porto Alegre pensando em cursar a faculdade de Serviço Social, mas acabou optando pela Comunicação Social, na área de Jornalismo. Recorreu a uma bolsa de estudos e foi beneficiada pela Assembléia Legislativa do RS. Durante sua permanência na faculdade, iniciada no ano de 1967 e concluída em 1970, Ana Amélia conheceu e se tornou amiga dos jornalistas que, segundo ela, eram os cobras da época; Flávio Alcaraz Gomes, Jaime Copstein. Estes jornalistas deram a primeira oportunidade profissional a Ana Amélia. Começou a trabalhar na rádio Guaíba produzindo o programa Repórter da História.
Depois que saiu da rádio Guaíba, em 1970, no ano da sua formatura, foi convidada para trabalhar no Jornal do Comércio. Havia duas vagas, uma para ser colunista social, e uma para ser repórter de economia. Ana Amélia não teve dúvida, escolheu a área de economia.
Para aumentar o orçamento, iniciou sua carreira na televisão em 1973, no Programa Câmera 10 na TV Difusora. Mantinha, também, um programa na rádio Difusora. Na mesma época trabalhou na sucursal do jornal carioca Correio da Manhã. Logo após, foi convidada para ser correspondente da revista Visão em Porto Alegre.Em 1977, como repórter da Difusora, participou de uma entrevista coletiva com o então Ministro da Fazenda Mário Henrique Simonsen. Nesse dia, encontrou-se com o Governador em um almoço na Federasul, compromisso para o qual o Ministro veio ao Rio Grande. Para sua surpresa, Sinval Guazelli já estava sabendo de seu bom desempenho durante a coletiva, agendando, na hora, a entrevista que Ana Amélia vinha tentando marcar sem sucesso há várias semanas.
Nesta coletiva estava presente o presidente do grupo RBS, Maurício Sirotsky Sobrinho. Ele gostou muito da atuação dela, convidando-a para integrar a equipe de jornalismo da empresa. Iniciou um programa na TV Gaúcha, hoje RBS TV, e também, uma coluna no jornal Zero Hora. Tanto na TV como no jornal o título era Panorama Econômico. Neste período ganhou espaços na rádio Atlântida. Na época era conhecida como a moça da soja.
Ana Amélia conquistou o reconhecimento e é considerada uma das jornalistas mais importantes do grupo, atuando também como diretora da RBS em Brasília, possuindo uma coluna diária no Jornal Zero Hora, e participando ao vivo dos telejornais Bom Dia RS e Bom Dia SC e na Rádio Gaúcha.

Prefeito de São Gabriel abre voto para Ana Amélia

O prefeito de São Gabriel, Rossano Dotto Gonçalves (PDT), confirmou o voto na disputa ao Senado para a candidata progressista, Ana Amélia. O pedetista participou de almoço realizado neste sábado (25), no CTG Querência Xucra, e que reuniu ainda candidatos do PP e PPS à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa. Antes do encontro político, Ana Amélia foi recepcionada por centenas de correligionários na entrada da cidade e caminhou até o CTG. Pois estava presente neste encontro caloroso da Canditada já eleita a senado com a vontade do nosso pai celestial.

Jovens não gostam de política, será?


Jovem que gosta de política hoje em dia é coisa rara. Apesar das desilusões com candidatos e partidos, o país vai às urnas em outubro e 13 milhões dos eleitores têm entre 16 e 20 anos de idade.A principal razão que afasta os jovens da política é o modo arcaico como ela é abordada. Os poderosos falam e escrevem para um circuito muito restrito de ouvintes e leitores e conseqüentemente geram um desinteresse muito grande por parte dos jovens. Dessa forma é a política que acaba abandonando os jovens e não vice-versa.Os jovens brasileiros, segundo a UNICEF, consideram os partidos políticos importantes, mas preferem não participar de uma legenda por não gostarem de política e por acharem que não possuem amadurecimento. Com isso somente uma minoria vota e faz campanha para o candidato de sua preferência. Nesse cenário o país perde uma militância jovem para grupos religiosos, associações esportivas e grupos artísticos. Já O partido Progressista de São Francisco de Assis, cada vez mais tem a força do jovens, pois, acreditam inteiramente no trabalho desenvolvido pela juventude Assisense.A participação dos jovens na política nacional e municipal restringe-se hoje aos livros de história. Mas nem sempre foi e é assim. A última grande participação dos jovens na política foi em 1992 , quando eles ajudaram no impeachment do ex-presidente Fernando Collor que hoje apóia a candidatura da candidata do PT. A ocupação de cargos eletivos por jovens ainda é pequena. Dos quase 700 deputados federais, por exemplo, apenas uma pequena parte tem menos de 30 anos. As estatísticas são desfavoráveis, mas a melhora surgirá quando a juventude passar a ter uma visão crítica e aprender a importância da política, assim Como a Juventude Progressista de São Francisco de Assis.Essa situação está intimamente ligada à renda e o grau de educação dos jovens. Quanto maior a renda do jovem, maior seu grau de participação em organizações sociais. A grande ligação para que o jovem possa participar mais da vida política e da sociedade é a educação. O jovem pobre tem uma grande dificuldade de acesso à educação e não tem estímulo. Já o jovem com renda familiar melhor tem condição de ir a uma escola particular e lá tem mais acesso à informação e mais estímulo para participar da vida política do país.O desencanto com a política não pode limitar a participação dos jovens. Não basta apoiar ou ser apoiado numa eleição, o jovem tem que tornar-se um cidadão politizado para poder reinvidicar, sugerir, opinar etc. Educando nossa juventude para a política, no futuro não precisaremos combater os homens eleitos.Chega de tantos políticos experientes, experientes no roubo, na corrupção, nos esquemas, safadezas. Esse tipo de experiência não nos interessa, devemos escolher os Candidatos do Partido Progressista pois são eles que trabalham, buscam a melhoria da população, não cobram propina etc. Vamos observar em outubro nossa juventude, vamos escutá-los e quem sabe aumentarmos a participação dessa classe na política nacional e futuramente Municipal, pois hoje não precisamos somente de jovens na idade e sim jovens de espirito.
No dia 03 de outubro de 2010, das 008h00min até as 17h00min vão até a sua seção eleitoral e votem para os candidatos do Partido Progressista Gaúcho. Pois Só assim teremos um pais e estado melhor.

domingo, 19 de setembro de 2010

O que é ser gaúcho?


Um sujeito de bota, bombacha, lenço e chapéu, tomando chimarrão enquanto assa o churrasco. Outro todo de branco, colares em volta do pescoço, batucando numa caixa de fósforos. Qual deles é gaúcho? A resposta pode não ser tão óbvia quanto parece.Quem chega em Porto Alegre pela BR 116 encontra, na entrada norte da cidade, uma estátua de bronze com 6,55 metros de altura e 3,8 toneladas. Trata-se do Monumento ao Laçador, escultura representando um gaúcho típico segurando um laço e olhando para o horizonte. O modelo para a estátua, construída em 1958 e considerada símbolo de Porto Alegre, foi o tradicionalista Paixão Côrtes. Junto com mais sete colegas do Grêmio Estudantil do Colégio Júlio de Castilhos, Côrtes fundou, em 1948, na capital do estado, o 35 CTG (Centro de Tradição Gaúcha), um dos marcos do início do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG - http://www.mtg.org.br/), que sistematizou os elementos de uma cultura sul-rio-grandense.Em mais de meio século de existência, o MTG não só se consolidou, como se expandiu para outras regiões. Hoje existe uma Confederação Brasileira de Tradição Gaúcha, congregando entidades de estados do Sudeste e do Centro-Oeste. O MTG também já se faz presente em outros países (há uma Confederação Norte-Americana da Tradição Gaúcha) e continentes. Portanto, ser gaúcho não é mais sinônimo de ser sul-rio-grandense."Os gaúchos inventaram uma rede de CTGs como máquina poderosa para a replicação de seu código 'tradicionalista' e seu peculiar 'modo de vida'. Não há nada parecido, nem tão eficaz, em outros movimentos culturais brasileiros. Não há, por exemplo, um CTC, Centro de Tradições Cariocas, ou Cearenses". Essa foi a conclusão de Hermano Vianna, doutor em Antropologia Social pelo Museu Nacional/UFRJ, ao detectar um grupo tradicionalista na divisa entre Minas Gerais e Bahia. "Em muitas cidades brasileiras, para muitos jovens, ser gaúcho se tornou uma 'opção identitária' tão válida, tão 'reconfortante' e tão divertida quanto ser punk ou ser surfista", afirma.Para Ada Cristina da Silveira, doutora em Jornalismo pela Universidade Autônoma de Barcelona (Espanha) e autora do livro "O espírito de cavalaria e as suas representações midiáticas", essa identificação de etnias diversas com o gauchismo se dá através dos valores pregados por ele, como a auto-afirmação e a busca da luta, do enfrentamento e da coragem. A origem desses valores estaria na história de combates do Rio Grande do Sul, principalmente na Revolução Farroupilha (1835-1845). Essa mitificação do gaúcho guerreiro é criticada pelo sociólogo Cristóvão Feil, em artigo intitulado "A Disneylândia de bombachas". Segundo ele, durante a Revolução Federalista (1893-95), foram mortas mais de 10 mil pessoas, "entre civis e militares de ocasião, numa Província que contava com 1 milhão de almas, onde a degola de prisioneiros era prática comum em ambos os lados - liberais e republicanos". Feil explica que há uma idealização do passado por parte do tradicionalismo e que "os primeiros esboços desse constructo mental que procura representar o tipo ideal dos indivíduos nascidos na região meridional do Brasil foram dados por jovens líderes políticos republicanos, ainda no final do século XIX, todos seguidores do positivismo de Auguste Comte". Mais do que isso"A identidade que o senso comum registra do gaúcho é uma das tantas tradições inventadas pelo mundo afora", afirma Feil, que argumenta: "a cultura do Rio Grande do Sul é muito mais rica do que o estereótipo do tradicionalismo fetichizado. O tradicionalismo crioulo é excludente e autoritário, sufoca todas as outras manifestações de um Estado múltiplo, colorido de etnias, artes, linguagens e imaginários".As causas dessa homogeneização da cultura sul-rio-grandense estariam na origem do movimento tradicionalista (expressão paradoxal, para Feil, já que "tradicionalismo" evoca algo fixo no tempo, portanto não há movimento). Paixão Côrtes e os demais fundadores do 35 CTG eram representantes da classe média urbana e filhos de fazendeiros latifundiários (herdeiros, portanto, dessa visão de mundo) "reivindicando uma mitologia do mundo rural". Em função disso, italianos, alemães, judeus, poloneses, índios e negros, dentre outras etnias que compõem a população sul-rio-grandense, ficaram de fora da construção dessa representação. "O tradicionalismo propugna um determinado conjunto de valores que nem todas as facções da sociedade concordam", aponta Ada. Mas por que esse sucesso na construção da imagem do gaúcho típico? A resposta estaria no funcionamento da indústria cultural. "O estereótipo é um elemento extremamente conveniente, porque é de fácil assimilação", explica."Quem determina o que há de gaúcho numa roupa, numa dança? Quem diz o que é gaúcho e o que não é? A Carta [de Princípios] do MTG? Os manuais de Paixão Côrtes?" Essas questões, levantadas por Hermano Vianna, são o resumo da discussão sobre a autenticidade do tradicionalismo. E mostram que saber quem é ou não gaúcho não é assim tão fácil.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Como Educar nos dias de hoje?


Educar é um assunto corrente em consultório de psicologia. A necessidade de colocar limites é sempre muito questionada, tanto pelos filhos como entre os novos e dedicados pais. Muitas pessoas viveram em sua própria educação a experiência de duros limites, constituídos em regras e proibições. Autoridade era misturada com Autoritarismo, a sabedoria da maturidade era confundida com verdade absoluta. Exigia-se da criança, do adolescente e mesmo dos adultos, total submissão e resignação; ser uma criança boazinha era sinônimo de atender as regras, jamais ser espontânea e nunca criar ou questionar algo; a liberdade em expressar suas idéias e pontos de vista confundia-se com enfrentamento e desrespeito aos mais velhos.
É claro que esse modelo de educação trouxe muitos problemas e resultou em muitos adultos inseguros e até mesmo revoltados. Neste quadro surge uma postura defendida pelos psicólogos e estudantes do comportamento humano que talvez não tenha sido suficientemente entendida. A proposta era possibilitar a livre expressão dos potenciais e da espontaneidade infantil, como até hoje defendemos. Respeitar a criança em seus desejos e necessidades esperadas para a idade, por exemplo, a curiosidade perante o novo, a inesgotável energia de vida, sua necessidade de brindar para entender o mundo e etc... Mas para alguns pais essa proposta foi confundida com a total permissividade, a educação do tudo pode, perdendo o entendimento da palavra não, do limite e do respeito. Nascemos totalmente espontâneos e criativos e com o decorrer do desenvolvimento através da educação aprendemos como usar nossos potenciais adequadamente, ou seja, respeitando as regras para viver socialmente. É também neste processo que aprendemos a acreditar ou não nesses potenciais. Nossas atitudes e comportamentos são o tempo todo avaliados e confirmados ou não, pelas pessoas com quem nos relacionamos e principalmente pelos nossos pais. É desta aprovação que surge a sensação de segurança interna que todos possuímos em maior ou menor quantidade, e também nossa auto-estima. É claro que para os pais não é uma tarefa fácil, pois implica em ter uma noção clara do que é ser adequado, o que depende de sua maturidade emocional.Há poucos anos atrás questionar uma ordem paterna, por mais absurda que ela fosse era praticamente um crime, castigável sem sombra de dúvida, com diversas formas de agressão tanto físicas como emocionais. Hoje em dia o questionamento já começa a ser entendido como algo positivo, pois ao trazer questionamentos novos a questões antigas aumentam-se as possibilidades de criar e descobrem-se novas formas de existir. O conhecimento deixa de ser percebido como uma conserva cultural e passa a ser percebido como algo dinâmico e em constante transformação e renovação.

Mas como oferecer liberdade sem tornar a sociedade um caos?

Introduzindo as noções de responsabilidade e respeito. Quando falamos em liberdade, falamos em respeito ao outro e em respeito a si mesmo, caso contrário estamos falando em invasão, e em desrespeito. Para convivermos em sociedade precisamos de algo que nos auxilie a lidar com as diferenças entre as pessoas, suas particularidades na sua forma de existir e de entender o mundo, pois apesar de sermos todos humanos, e similares em nossas necessidades, a forma de expressar nossos desejos difere de um para o outro, pois se relaciona ao grau de maturidade de cada um.É como se todos nós usássemos óculos relacionais, onde as lentes são forjadas durante a aprendizagem emocional, por crenças, valores e pontos de vista. Isto se explica por termos potenciais inatos que são influenciados pelo meio social em qual nos desenvolvemos. Esta delicada alquimia é responsável pelos diferentes tipos de pessoas em que nos tornamos. Portanto para vivermos socialmente necessitamos de alguns parâmetros, que se traduzem nas noções de ética, cidadania, gratidão e senso moral. Desta forma, quando pensamos em educar, precisamos checar dentro de nós como nos posicionamos em relação a isto e como esses parâmetros estão sendo exercitados nas relações que desenvolvemos. A educação se constitui basicamente em aquilo que dizemos, confrontados pelo que fazemos. Ou seja, se pregamos o respeito mútuo e a honestidade, mas no dia-a-dia, valorizamos o esperto, aquele que sempre se dá bem, estamos sendo incoerentes e certamente essa incoerência fará parte de nosso rol de ensinamentos, seja de forma consciente ou inconsciente. O catalisador necessário ao processo de educação é o amor. Este gera a segurança interna, a confiança e a respeitabilidade, ingredientes indispensáveis para que a relação de intimidade necessária num processo de educação possa se estabelecer. Educar implica em intimidade, e você só ensina algo se é autorizado pelo outro, com esta autorização que se dá pela confiança que nasce nas relações onde o amor e a amizade são as palavras de ordem. Muitos pais se referem frequentemente às dificuldades em colocar limites, confusos entre cercear demais ou de menos. Esta dificuldade nasce de uma forma de entender o amor muitas vezes equivocada, onde se confunde limite com abandono e desamor, e consequentemente amar torna-se sinônimo de total permissividade, com a antítese do nada pode passando a ser o pode-se tudo. Colocar limites é ensinar que existe a frustração, que apesar de desagradável, faz parte do mudo real, ao vivo e a cores. O limite nos ajuda a perceber quem somos, o respeito nos ensina que temos limites e aumenta nossa consciência pessoal, e a responsabilidade nos ensina que tudo tem seu preço, pois estamos sempre em relações de troca, colhendo aquilo que semeamos. Oferecendo amor certamente colheremos alegria e felicidade. Para exercer o papel de educador, precisamos reavaliar o entendimento do "não", para esta importante palavra não se transformar numa forma de tirania e sim uma forma de proteção, exercício do amor e respeito a quem amamos.




Dez leis para você superar os obstáculos na vida.

Alguns ensinamentos apresentados identifica e mostra ; "Ver o mundo como um reflexo do que somos"

Apenas relembrando: "A nossa vida e correria do dia-a-dia , não é fácil para ninguém", mas devemos dar valor para as pequenas coisas que passam desapercebidas por todos nós e possuir um auto controle em deteminadas situações.Caso contrário ficaremos mais estressados, que não irá resolver absolutamernte em nada, pelo contrário só irá piorar os problemas, causando à todos nós diversas doenças.Um dos principais estudiosos da cabalá no Brasil, o carioca Ian Mecler lança seu quarto livro. "As Dez Leis da Realização - Um chamado para a vida", publicado pela editora Record.
Na verdade, a publicação reúne ensinamentos que não estão restritos apenas à cabalá. "Esse tem uma proposta totalmente diferente, porque concentra princípios universais, de grande simplicidade, mas que uma vez colocados em prática, trazem grandes bençãos para a nossa vida", disse Ian, que também é estudioso de ciência da informação, astrologia e de artes marciais.
Os demais livros do autor são "A Cabala e a Arte de Ser Feliz", "O Poder de Realização da Cabala", e "A Força - O Poder dos Anjos da Cabala". Ian é conhecido por traduzir os conceitos da sabedoria milenar de maneira direta e leve. "As palavras só provocam um efeito de transformação quando atingem o coração do leitor", afirmou.
Kabbalah é uma palavra em hebraico que significa recepção, e a filosofia também é conhecida como misticismo judeu. Isso porque grandes mestres da cabala foram judeus, mas não é uma religião nem está direcionada apenas a um grupo. "É um caminho muito completo, que envolve estudo, meditação, oração e ação. As pessoas que realmente se envolvem com cabalá resgatam o melhor que têm dentro de si", disse o autor.
A Cabalá ensina que a fim de podermos reclamar as dádivas para as quais fomos criados para receber, primeiro temos que merecer essas dádivas. "As Dez Leis da Realização" tem em comum com as demais obras do autor a sugestão de prática dos ensinamentos propostos. "Reuni de forma bem sintética aquilo que tem real efeito prático em nossa vida e, de fato, cada uma dessas 10 leis, quando aplicada, traz grandes bênçãos para nossa vida", disse Ian, que aponta que a principal lição a ser aprendida são os valores dos obstáculos.
"O que acontece é que, no dia a dia, nos esquecemos facilmente de aspectos fundamentais para uma existência feliz, como ajudar ao próximo, apreciar as coisas simples da vida, deixando um pouco de lado as expectativas com o futuro e aproveitando o que o presente pode nos dar", afirmou.
Apesar de serem numeradas, não é preciso segui-las na ordem. "Quando você se sentir um pouco para baixo, abra uma pagina qualquer do livro e leia. Um novo entusiasmo diante da vida surge imediatamente", disse. "A última delas é uma 'oração da realização', que eu sugiro as pessoas que leiam todos os dias. Ela desativa por completo o medo", afirmou.



Veja quais são as 10 leis propostas por Ian Mecler:



1) Compartilhar, por meio de pequenos gestos. "Olhar com mais atenção aqueles que nos cercam já é um ótimo começo para quem quer compartilhar mais".

2)Paciência, que precisa ser cultivada a cada dia.

3) Capacidade de enfrentar obstáculos.

4)Ver o mundo como um reflexo do que somos.

5)Todos os problemas da humanidade ? doenças, insegurança material e emocional ? podem ser vencidos se estabelecermos um foco.

6) Aprendizado para se tomar uma decisão satisfatória, entre tantas possibilidades de escolha.

7)Sair do plano das ideias e começar a agir.

8)Desfrutar da alegria das coisas mais simples e viver o aqui e agora.

9)Ter determinação, essencial para conquista de nossos sonhos.

10) Cuidar com dedicação do que é realmente essencial.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Suplica de um Bebê

Carta de um Bebe

Hoje postarei alguns vídeos que fizeram refletir, sobre a dura realidade em que a gente futuros profissionais da comunicação Jornalística vai enfrentar por esse mundo, com grandes diferenças de classes sociais.

Milagre da Vida - Cristina Mel