quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Os Jovens e os Movimentos Políticos



JOVENS POLITICOS

Desde os chamados “Caras Pintadas”, os quais muitos dizem que foram personagens fortes para a retirada de Fernando Collor de Mello da Presidência da Republica, não vemos mais nenhum grande movimento político desses cidadãos brasileiros. Há poucos dias a taxa básica de juros sofreu novo aumento e aproveitando o momento, nosso atual Presidente Luiz Inácio “Lula“ da Silva disse que os brasileiros só sabem reclamar, mas não fazem nada para mudar esse cenário.

Os jovens precisam voltar a se interessar por política, principalmente a política de seu país que vem sofrendo muito com Ministros, Senadores, Deputados e Vereadores corruptos que praticam seus golpes contra a nação e ficam impunes sobre os atos que cometeram. A manifestação é um ato democrático que o brasileiro tem que se acostumar a praticar, manifestar não é pegar em armas e sair por ai dando tiros, mas sim mostrar de forma pacifica e intensa a nossa vontade de mudança, por um país mais justo a todos que a desigualdade social existente em nosso pais seja cada vez menor e que os corruptos paguem pelos atos que cometeram.
O brasileiro no seu ato de comodismo acaba “engolindo” a conversa dos governantes e não faz nada para muda essa situação. Enquanto no restante do mundo a população se manifesta contra o desemprego, no Brasil se faz festa na Avenida Paulista entre outros lugares como se fosse comemoração de Reveillon.

Muitos não sabem, mas o Congresso Nacional, as Câmaras Estaduais e Municipais são os locais onde se discute sobre quase tudo em nosso país, é a casa do povo, todos podem acompanhar o que se faz nesses lugares não apenas pela televisão e sim estando presente nessas repartições públicas. Temos que usufruir dessa posição que possuímos na política para podermos mudar tudo aquilo que achamos injusto, o voto não é a única forma que o cidadão tem para fazer democracia, depois que elegemos nossos representantes no governo é obrigatório que acompanhemos essas pessoas que escolhemos para “mandar” em nossas cidades, estados e país.

Os Jovens têm que voltar a gostar de política, a manifestação é um ato democrático onde muitos de nossos pais e mães lutaram no passado para conquistar contra os ditadores que mandavam no Brasil. Valorize o seu direito de manifestar a tudo que for ruim a sua pátria.

Trabalho de mestrado apresentado por: Mírian Bandeira, Gabriel Ornellas e Julianne Castro.
Local: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA
DATA: 26/06/2010

Jovens juntam-se ao Partido Progressista- Vamos fazer a diferença

BULLYING - mais sério do que se imagina



Stop ao Bullying

E onde o Bullying ocorre?

O BULLYING é um problema mundial, sendo encontrado em toda e qualquer escola, não estando restrito a nenhum tipo específico de instituição: primária ou secundária, pública ou privada, rural ou urbana. Pode-se afirmar que as escolas que não admitem a ocorrência de BULLYING entre seus alunos, ou desconhecem o problema, ou se negam a enfrentá-lo.

O que é o Bullying?

O termo BULLYING compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adoptadas por um ou mais estudantes contra outros), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os actos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima.

Por não existir uma palavra na língua portuguesa capaz de expressar todas as situações de BULLYING possíveis, o quadro, a seguir, relaciona algumas acções que podem estar presentes:
Bater Chutar Empurrar Discriminar Excluir Isolar Ignorar Intimidar Ferir Roubar Quebrar pertences Colocar apelidos Ofender Gozar Humilhar Fazer sofrer Perseguir Assediar Aterrorizar Amedrontar Dominar Agredir
De que maneira os alunos se envolvem no Bullying
- alvos de Bullying - são os alunos que só sofrem BULLYING; - alvos/autores de Bullying - são os alunos que ora sofrem, ora praticam BULLYING; - autores de Bullying - são os alunos que só praticam BULLYING; - testemunhas de Bullying - são os alunos que não sofrem nem praticam Bullying, mas convivem em um ambiente onde isso ocorre.
Seja qual for a actuação de cada aluno, algumas características podem ser destacadas, como relacionadas aos papeis que venham a representar:
Efeitos do bullying
O bullying persistente pode ter uma série de efeitos em um indivíduo, e no ambiente onde o bullying ocorre.
Efeitos sobre o indivíduo incluem:
Depressão Reactiva, uma forma de depressão clínica
Stress de desordem pós-traumática
Tornar-se também um agressor
Ansiedade

Problemas gástricos
Dores não-especificadas
Perda de auto-estima
Medo de expressar emoções
Problemas de relacionamento
Abuso de drogas e álcool
Auto-mutilação
Suicídio (também conhecido como bullycídio )
Efeitos numa escola incluem:
Níveis elevados de evasão escolar
Alta rotatividade do quadro de pessoal
Desrespeito pelos professores
Alto nível de faltas por males menores

Porte de arma por parte de crianças visando protecção
Acções judiciais:
contra a escola ou autoridade responsável pela área educacional
contra a família do agressor
Efeitos sobre a organização (tal como um local de trabalho):
Perda de moral
Níveis elevados de faltas por depressão, ansiedade e dor nas costas
Queda de produtividade e lucro
Altos níveis de rotatividade de pessoal

Pesquisas indicam que adultos agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerido que um deficit em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser factores de risco em particular.
Estudos adicionais têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do bullying , ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bullies sofram de qualquer deficit de auto-estima.
Autores do Bullying

Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o acto de encarar as acções de outros como hostis, a preocupação com a auto-imagem e o empenho em acções obsessivas ou rígidas.
É frequentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância:

Se o comportamento agressivo não é desafiado na infância, há o risco de que ele se torne habitual. Realmente, há evidência documental que indica que a prática do bullying durante a infância põe a criança em risco de comportamento criminoso e violência doméstica na idade adulta."
O bullying não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o bullying frequentemente funciona através de abuso psicológico ou verbal.

Palestra Realizada dia 14 de agosto 2010
Local: Demetrio Ribeiro
Cidade de Alegrete
Palestrante: Mírian Bandeira