domingo, 13 de novembro de 2011

São Francisco De Assis e Região Estão De Luto



Deputado Estadual Francisco Gorski ( Chicão)



Faleceu na madrugada deste domingo o Deputado Estadual Francisco Gorski (Chicão) em um acidente com seu carro na BR 287, KM 381 naVila Branca no município de Santiago-RS.


Chicão como era conhecido, se deslocava para Santiago depois de uma agenda cumprida na cidade de São Pedro do Sul. Ele estava acompanhado pela companheira Luciane da Silva 33 anos e pelo filho José Francisco Gorski de 3 anos. O veículo Fiat Linea placas IKY 8395, de Santiago saiu da pista e bateu em duas árvores e depois incendiou. Luciane foi encaminhada ao bloco cirúrgico do Hospital de Caridade de Santiago e o filho não sofreu ferimentos.


Os atos fúnebres estão ocorrendo no CTG Coxilha de Ronda. O sepultamento será às 11h da manhã desta segunda-feira, no Cemitério Municipal de Santiago.




Blogueira: "Lamento profundamente a tragédia, pois Chicão era um grande líder e uma pessoa incrível. Aos familiares: eu sinto muito, vocês perderam um membro da família e nós perdemos um amigo, um companheiro e um professor na politica da região"


Chicão vá em paz...

domingo, 16 de outubro de 2011

Ser professor(a)

Professor (a)!


Falar da docência é falar das várias profissões que transpõem e se sobrepõem a esta.
Enquanto professores...
Somos mágicos,
ao fazermos malabares com diversas situações que atingem nossa imagem e a
vida pessoal.
Somos atores, somos atrizes,
que interpretam a vida como ela é, sentimos e transmitimos emoções ao
conviver com tantas performances.
Somos médicos,
ao receber crianças adoentadas pela miséria, pela falta de tempo da família,
pela carência de tempo de viver a própria infância.
Somos psicólogos,
ao ouvir as lamentações advindas de uma realidade dura,
que quase sempre nos impede de agir diante do pouco a se fazer.
Somos faxineiros,
ao tentarmos lavar a alma dos pequenos,
das mazelas que machucam estes seres tão frágeis e tão heróicos ao mesmo tempo.
Somos arquitetos,
ao tentarmos construir conhecimentos, que nem sabemos se precisos, que nem
sabemos se adequados.
É só parar para pensar que talvez seja possível encontrar em cada
profissão existente um traço de nós professores. Contudo, ser professor,
ser professora é ser único, pois a docência está em tudo, passa por todos,
é a profissão mais difícil, mas a mais necessária.
Ser professor é ser essência,
não sabemos as respostas.
Estamos sempre tentando,
Às vezes acertamos, outras erramos, sempre mediamos.
Ser professor é ser emoção
Cada dia um desafio
Cada aluno uma lição
Cada plano um crescimento.
Ser professor é perseverar, pois, diante a tantas lamúrias
“não sei o que aqui faço, por que aqui fico?”
fica a certeza de que...
Educar parece latente, é obstinação.
Ser professor é peculiar,
Pulsa firme em nossas veias,
Professor ama e odeia seu ofício de ensinar
Ofício que arde e queima
Parece mágica, ou mesmo feitiço.
Na verdade, não larga essa luta que é de muitos.
O segredo está em seus alunos, na sua sala de aula, na alegria de ensinar
a realização que vem da alma e não se pode explicar.
Não basta ser bom... tem que gostar.

Obrigado por ser professor.

sábado, 3 de setembro de 2011

Como definir metas de vida


Como definir minhas metas de vida?, foi uma pergunta que ouvi certo dia num curso de que participava. Muito foi dito naquela ocasião, mas nenhuma conclusão definitiva foi tirada no evento (ao menos até eu me retirar). E é uma pergunta que ouço muito, que me faço as vezes. Afinal, como sabemos exatamente o que queremos fazer de nossa vida? E a resposta…


… parece estar na direção em que muitos não estão seguindo. A maioria das pessoas vai vivendo a vida: deixa a vida me levar… E depois, passados anos, se queixam ou se questionam de que não queriam aquela vida, de que não queriam aquela profissão, etc.


Todos temos nossas crenças que trazemos desde a infância. Fomos educados, treinados, direcionados a seguir certos preceitos que nos foram passados. Por decisão de quem passou ou porque aprendemos com os exemplos. Quem nos passou crenças que nos limitam o fez por maldade, com o propósito de nos prejudicar? De forma alguma, me atrevo a dizer. Foi por acreditarem estar fazendo o correto. Era naquilo que elas acreditavam.


A minha sugestão, então, é que busquemos respostas para nossas angústias , dúvidas, curiosidades. Para quem está ainda no início da caminhada, é mais fácil. Para quem já se sente cansado, muito mais provocativo. Na verdade, diria eu, somente quem tem coragem faria isto, faria-se as perguntas que sugiro a seguir.


Se não sabemos o melhor caminho, se não sabemos nossa vocação, se não sabemos traçar nossas metas de vida, devemos começar por questionar o que estamos fazendo hoje, no agora. Este já sará um bom método de entendermos se estamos ou não no caminho. E uma forma de alinhavar as linhas que construirão o verdadeiro caminho que devemos ou queremos seguir.


Faça-se as seguintes perguntas:


1. Se você não precisasse trabalhar para seu sustento, o que faria como sua melhor ocupação, aquilo que lhe daria prazer em fazer? Imagine que alguém está disposto a lhe pagar o que Você já ganha hoje, ou até mais, para Você fazer o que mais gosta. O que seria?


2. Se Você pudesse escolher (e pode), se não tivesse desculpas ou entraves em sua vida, Você moraria na cidade em que mora? Dirigiria o carro que dirige ou andaria nas conduções em que anda?


Feito isto, Você já se conhecerá um pouco melhor. E saberá, talvez, que gostaria de viver em outro lugar e fazer outras coisas.


Agora siga para as seguintes questões:


3. Seguindo o caminho que Você vem seguindo, tente traçar uma projeção de como será sua vida daqui a dez anos. Onde estará, com quem, fazendo o que.


Feito isto, pense: Isto lhe agrada? Reflita muito sobre isto. É onde sua atividade e modo de vida atual vai lhe levar. É isto que quer? Ficará feliz estando lá? Ou seja, ver seu futuro assim desenhado lhe deixa feliz hoje?


E Você poderá (e deverá) seguir ainda com as seguintes…


Questões esclarecedoras


4. Se o medo de falhar, de fracassar, de passar por situações vexatórias ou ridículas não lhe assombrassem, o que Você faria hoje para mudar seu rumo? O que faria de sua vida?


Para finalizar esta seqüência e dar-lhe um rumo claro:


5. O que Você sabe que faz melhor do que ninguém? E que lhe dá imenso prazer em fazer? Aquilo em que, quando se envereda, fica feliz, extasiado, faceiro como guri comendo rapadura?


Este roteiro de perguntas, de auto-perguntas, é algo que pode doer, sem dúvida. Mas que pode clarear a vida de cada um. Muitos de nós passam a vida levando os dias sem nunca se questionar porque motivos não mudou antes. E acaba ficando a se perguntar e não muda no agora também.


Exercício


O que fazer então? Escreva estas perguntas numa folha, num caderno, na sua agenda. Leia-as todos os dias, nos momentos em que esteja só e apropriados a parar e pensar um pouco. Leia as perguntas e pergunte-se, profundamente, pelas respostas. E as espere. Não há pressa. Não saia respondendo assim d imediato. Deixe sua mente profunda lhe dar respostas. Tenha calma.


Vá fazendo as perguntas uma a uma durante um tempo. Ou faça as duas primeiras num momento, tendo as respostas, passe para as demais, gradativamente. Pergunte-se antes de dormir, por exemplo, naquele momento em que pode estar a sós consigo mesmo. Faça a pergunta e durma com ela. Ao receber alguma resposta, anote-a e leve-a a sério.


As suas respostas podem lhe colocar exatamente onde está e fazendo o que faz. Excelente! Você é, certamente, feliz em sua vida, faz com alegria suas atividades de trabalho ou lazer e vive uma vida boa.


Porém, para quem não está no caso acima, a verdade é bem outra. E eu sugiro: Não passe sua vida em branco, não vá levando seus dias, não deixe a vida lhe levar. Não há tempo para começar nada, tudo está no tempo certo.


Tendo, pois, coragem de seguir o roteiro e o encarando de frente, se não está no lugar que queria hoje e/ou se não estará em dez anos, comece a traçar planos de mudança. A resposta está naquela que Você descobrirá para a última pergunta. Ela é que pode ser seu caminho. Você fazendo o que gosta, o que sabe fazer melhor, o que lhe dá prazer, Você fará com alegria e muito amor. Tudo o mais virá de roldão. Eu disse, tudo o mais. Acredite, tenha fé!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Educar os Filhos Sem Agressões






Manutenção da Autoridade




De acordo com especialistas em educação infantil, não é necessário agredir a criança para impor limites. Educar um filho é um processo de imposição de regras que devem ser feitas de maneira correta, para construir o caráter dos jovens. Muitos pais demonstram receio de serem severos demais, e perderem o amor dos filhos, quando isso acontece a criança tende a crescer sem limites, gerando problemas, quando o filho chegar a maturidade.
No entanto criar regrar educacionais, não é o mesmo que impor vontades aos filhos. Alguns psicólogos revelam que a primeira referência de autoridade, que a criança tem são os pais, porém quando eles crescem e ficam independentes, costumam questionar as leis sociais e as regras dos pais.Nessa ocasião,os responsáveis devem mostrar que a autoridade parental não é arbitrária, ou seja, que independe de regra ou lei.
É importante que os pais não fiquem justificando seus atos para os filhos, principalmente quando negam alguma coisa para eles, pois desde a infância, a pessoa deve aprender que a sociedade em que se vive é feita de limites, e os pais não devem se sentir culpados em dizer não aos filhos, pois educar é ensiná-los as regras e normas, que mais tarde encontrarão na sociedade.




Diferença entre Autoritarismo e Autoridade




Apesar de muitos acharem que se trata da mesma coisa, o conceito das duas palavras são bem diferentes. Na autoridade, utiliza-se regras que são necessárias para que as pessoas convivam bem, já no autoritarismo, há a utilização excessiva do poder, de imposições de vontades dos pais. Os especialistas orientam que aos pais que, a autoridade é ter o poder de decidir pelos filhos, no entanto, quando essa decisão é imposta tem-se o autoritarismo. Os filhos devem saber que possuem autonomia para escolherem o que quiserem, mas os pais podem ou não realizarem seu desejo.



È Possivel Educar Sem Bater

Um recente projeto de Lei do Governo Federal prevê que pais que apliquem castigos corporais nos filhos sejam punidos. Essa Lei serviu de discussões para vários profissionais da área educacional, no entanto alguns são categóricos em dizer que para educar não é necessário bater na criança. Existem métodos para disciplinar que ensinam o que é certo ou errado, por isso, pais que agridem seus filhos, não conseguiram se impor e perderam a paciência.O que deve haver é uma conscientização de disciplina, para que os responsáveis eduquem seus filhos sem agressões. Para alguns psicólogos, o uso do castigo pode ser utilizado pelos pais, quando os filhos não cumprem as regras domésticas, porém ele deve ser algo que a criança consiga cumprir, não pode ser algo drástico ou muito difícil de realizar, pois não vai adiantar se os pais ameaçarem e no final, não terem coragem de aplicá-lo, e principalmente não devem impor castigos que levem medo à criança, pois isso pode causar traumas futuros.


Como Recuperar a Autoridades Perdida


Segundo especialistas, sempre é tempo dos pais recuperarem a autoridade perdida com os filhos. Para isso eles tem de ter confiança em si próprios, para só depois resgatarem a autoridade na casa, pois se conseguirem isso, irão passar confiança aos filhos, e a educação tenderá a ser mais satisfatória.













No entanto, em casos mais graves, quando as crianças já não atendem, mesmo após essa mudança de comportamento dos responsáveis, o ideal é procurar uma terapia familiar, para que a dinâmica dos parentes possa ser avaliada, pois normalmente quem está dentro do problema, não consegue visualizar uma solução.













Educadores informam que, o mais importante é os pais terem a consciência, de que possuem a autoridade e que educar é uma grande responsabilidade, assumindo um papel de educadores, posicionando-se com firmeza, no entanto, nunca deixando de reverem suas posturas, e modificarem o que estiver errado na educação dos filhos.